Fundação Cidade das Artes

Destaques da Programação

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Música

18/09 e 19/09

Natalie Dessay, soprano  &  Michel Legrand, piano   Natalie Dessay,virtuose da ópera com renome internacional, e Michel Legrand, compositor de algumas das trilhas sonoras mais famosas da história, se apresentam aqui na Cidade das Artes e prometem dois espetáculos inesquecíveis   Harmonizando voz, piano, baixo e percussão, Michel Legrand e Natalie Dessay revivem trilhas sonoras famosas dos filmes de Hollywood e do cinema francês...

Música

12/09

A soprano dinamarquesa Signe Asmussen e o pianista Erik Kaltoft    Desde que se formou pela Royal Academy of Music, em Copenhagen, a soprano dinamarquesa, Signe Asmussen é reconhecida pela sua interpretação absolutamente natural, capaz de promover um ambiente intimista em suas apresentações Trabalhou com maestros e pianistas internacionalmente renomados, como, Thomas Dausgaard, Michel Tabachnik, Franck Ollu, Lan Shui, Lars Ulrik Mortensen, Rodolfo Fischer, Michael Seal, Alexander e Howard Shelley e Peter Hill...

Dança

12/09

Ousado espetáculo traz 18 bailarinos nus sob o comando do coreógrafo francês Olivier Dubois   Olivier Dubois está dando uma forte sacudida na cena de dança contemporânea na França: ele submete os corpos nus de 18 bailarinos à repetição implacável de um mecanismo que lentamente deixa corroer o que deles se vê, até que provoca uma liberação explosiva...

Outros

03/09 a 24/09

Workshop |  O Processo Criativo Pensamento Criativo e Conceitualização  Autor: Charles Watson   O Workshop completo do Processo Criativo consiste em três módulos complementares,porém autônomos Cada módulo contém uma série de palestras provocativas ministradas em regime intensivo...

Eventos Recentes

1 Contação de Histórias - O Pote Vazio - Demi 05/09 Arte e Educação Contação de Histórias | O Pote Vazio - Demi   "Há muito tempo, na China, vivia um menino chamado Ping que adorava flores. Tudo o que ele plantava, florescia. "Assim como esta história vamos germinar sementes,em um momento gostoso com nossas crianças, alimentar o mundo da fantasia e contemplar a chegada da primavera.   Após a contação com Norma Dalla Vecchia, as crianças serão convidadas a participar da oficina "Flores do Imperador", aprendendo a plantar e cultivar suas sementes.   As inscrições deverão ser feitas até o dia 04/09 pelo telefone 21- 3325-0448 [+] saiba mais 1 Palavras Cruzadas #10: Lira + André Vallias 06/09 Música Palavras Cruzadas é um projeto que acontece desde 2012 reunindo artistas da música, da palavra e da imagem para criar espetáculos inéditos.    A abertura da temporada 2015 será com o cantor e compositor José Paes de Lira, mais conhecido como Lirinha (ex-vocalista da banda Cordel do Fogo Encantado), e o poeta visual André Vallias. Lira é natural de Arcoverde, no sertão pernambucano, onde desde cedo frequenta recitais e pelejas de cantadores e violeiros. Sempre transitando no universo da literatura, música e teatro. Em 2015, lançou seu 2º album solo, O Labirinto e o Desmantelo.   André Vallias é designer gráfico, produtor de mídia interativa e poeta visual. É um dos poetas brasileiros mais dedicados à busca de uma poesia adequada às novas tecnologias. Bastante influenciado pela Poesia Concreta, trabalha norteado pelo conceito de DécioPignatari que vê o poeta como um “designer de linguagem”, explorando a poesia em várias mídias e intercódigos.    Mais informações no site do projeto: www.palavrascruzadas.art.br    [+] saiba mais 1 Signe Asmussen & Erik Kaltoft 12/09 Música A soprano dinamarquesa Signe Asmussen e o pianista Erik Kaltoft    Desde que se formou pela Royal Academy of Music, em Copenhagen, a soprano dinamarquesa, Signe Asmussen é reconhecida pela sua interpretação absolutamente natural, capaz de promover um ambiente intimista em suas apresentações.Trabalhou com maestros e pianistas internacionalmente renomados, como, Thomas Dausgaard, Michel Tabachnik, Franck Ollu, Lan Shui, Lars Ulrik Mortensen, Rodolfo Fischer, Michael Seal, Alexander e Howard Shelley e Peter Hill.   Signe Asmussen é considerada uma das mais notáveis sopranos do país, ganhadora do prestigiado prêmio Aksel Schiotz.   Signe participou de inúmeras produções na Opera Real de Copenhague e na Opera Nacional em Aarhus, no papel de Cherubino em” Le Nozze di Figaro”, Bertha em “il Barbiere de Siviglia”, Valencienne em “The Merry Widow”, Idamante em “Idomeneo”, além de Musette em “La Bohème”, Carmen e Micaëla em “Carmen” e mais recentemente com uma performance extraordinária como Cio-Cio San em “Madama Butterfly”.   Como solista, Signe Asmussen é dona de uma discografia primorosa, resultado do trabalho com gravadoras dinamarquesas.   Dentre eles - DaCapo e Classico, retratando compositores dinamarqueses, tais como, Otto Mortensen (Título: “songs”), Ib Norholm (Título: “Songs of their times”) e o alemão, Carl Maria Von Weber (Título: “Meine Lieder, meine sänge”).   Carl Nielsen    Compositor, maestro e violinista, Nielsen é especialmente admirado por suas seis sinfonias e pelos concertos feitos para violino, flauta e clarinete. O artista, que viveu entre 1865 e 1931, foi o sétimo dos doze filhos de uma família de camponeses pobres, porém, musicalmente talentosos, de Sortelung, sul da Dinamarca. Carl aprendeu violino e piano quando ainda era criança, investindo também em instrumentos de sopro. Mais tarde, estudou violino e teoria musical no Conservatório Musical de Copenhaga, mas nunca teve, formalmente, aulas de composição, área em que mais se destacou musicalmente.  [+] saiba mais 1 Tragédie - Olivier Dubois 12/09 Dança Ousado espetáculo traz 18 bailarinos nus sob o comando do coreógrafo francês Olivier Dubois.   Olivier Dubois está dando uma forte sacudida na cena de dança contemporânea na França: ele submete os corpos nus de 18 bailarinos à repetição implacável de um mecanismo que lentamente deixa corroer o que deles se vê, até que provoca uma liberação explosiva. Esta poderosa e arrasadora "Tragédie" produz no público uma catarse coletiva. É para experimentar uma humanidade ofuscante, deslumbrante e ensurdecedora. O espetáculo  apresenta um momento arcaico, em que não se consegue mais distinguir corpos individuais emergindo à superfície, de massas em movimento.   Com o "Tragédie", Olivier Dubois faz o público mergulhar numa "sensação do mundo". Humanidade não é o simples fato de ser um homem ou uma mulher, e aqui reside a tragédia da nossa existência, porque é apenas entre corpos, e através da gravidade dos nossos passos e do nosso compromisso consciente e voluntário, que a humanidade verdadeiramente vai surgir.     Classificação etária: 18 anos (cenas de nudez) [+] saiba mais 1 Wilson Moreira - Patrimônio do samba 12/09 Música O Mestre Wilson Moreira!    Compositor e cantor, foi criado no subúrbio carioca de Realengo. Trabalhou em várias profissões, entre elas as de guia de cego, guarda penitenciário e engraxate. Desde criança interessou-se por música, tendo na família jongueiros e tocadores de caxambu.   Wilson Moreira, compositor dos clássicos “Senhora Liberdade”, “Goiabada Cascão” e “Candongueiro”, se apresenta neste show com os cantores Pedro Miranda, Didu Nogueira, Darcy Maravilha, Rodrigo Carvalho e a cantora Ilessi.   Considerado um dos grandes patrimônios do samba, sua obra já foi gravada por nomes como Beth Carvalho, Zeca Pagodinho e Clara Nunes.   A verba do evento será revertida para a gravação do novo CD de canções inéditas do artista.   A obra de Wilson Moreira   Abrolhos da vida (c/ Ratinho) Acossante Alô gatinha Amor demais (c/ Pedro Amorim) Antes assim Ao povo em forma de arte (c/ Nei Lopes) Aquele quê As Minas Gerais (c/ Da Vila, Jurandir Cândido e Arsênio Isaias) Até Breve Banho de felicidade (c/ Adalto Magalha) Batucajé (c/ João Nogueira) Belo encontro Brasil no campo cultural (c/ Da Vila, Jurandir Cândido e Arsênio Isaias) Briga de família (c/ Moacyr Luz) Canção da esperança Candongueiro (c/ Nei Lopes) Cantando pro morro Canteiro de obra (c/ Sérgio Fonseca) Canto de sorte Chave de cadeia (c/ Nei Lopes) Cidade assassina (c/ Nei Lopes) Coisa da antiga (c/ Nei Lopes) Coité e cuia (c/ Nei Lopes) Como lutei (c/ Nei Lopes) Congada para Sinhô-Rei (c/ Grande Otelo) Deixa clarear (c/ Nei Lopes) Ela é quem manda (c/ Nei Lopes) Esculacho (c/ Nei Lopes) Eterna Mangueira (c/ Carlos Cachaça) Eu já pedi (c/ Jurandir Cândido) Fidelidade partidária (c/ Nei Lopes) Formiga miúda (Sérgio Fonseca) Goaibada Cascão (c/ Nei Lopes) Gostoso veneno (c/ Nei Lopes) Gotas de veneno (c/ Nei Lopes) Jongueiro Cumba (c/ Nei Lopes) Judia de mim (c/ Zeca Pagodinho) Lamento de Preto Velho Leonel/Leonor (c/ Neizinho) Madrugada afora Me alucina (c/ Candeia) Mel e mamão com açúcar Mel e mamão com açúcar Meu apelo Meu apelo Meu balaio e meus balaios Mironga do mato (c/ Nei Lopes) Mocotó do Tião (c/ Nei Lopes) Morrrendo de saudade (c/ Nei Lopes) Mulata do balaio (c/ Nei Lopes) Não foi ela (c/ Nei Lopes) Não tem veneno (c/ Candeia) Não vou te perdoar (c/ Candeia) Nego sonso Negro doce amor No arrebol No talho da madeira Noventa anos de abolição (c/ Nei Lopes) O mais belo requinte Okolofé Oloan Peito sangrando (c/ Nei Lopes) Peso na balança Quero estar só (c/ Candeia) Quero viver em meus braços (c/ Nelson Cavaquinho) Questão de identidade Quintal do céu (c/ Zeca Pagodinho) Sandália amarela (c/ Nei Lopes) Seio da noite Senhora liberdade (c/ Nei Lopes) Silêncio de bamba (c/ Nei Lopes) Só chora quem ama (c/ Nei Lopes) Te segura (c/ Neizinho) Tempo de glória (c/ Nei Lopes) Terreiro grande (c/ Paulo César Pinheiro) Tristeza postiça (c/ Sérgio Fonseca) Velhos arvoredos [+] saiba mais 1 OSB - Série Esmeralda 13/09 Música OSB e Cidade das Artes recebem o pianista Jean-Philippe Collard    A Orquestra Sinfônica Brasileira e a Cidade das Artes recebem o renomado pianista francês Jean-Philippe Collard para um concerto sob regência do Maestro Titular Roberto Minczuk. O conjunto se apresenta pela Série Esmeralda aqui na Grande Sala. Reconhecido internacionalmente, Collard já gravou mais de 60 álbuns e tocou com as principais orquestras do mundo, incluindo a Orquestra de Paris, a Filarmônica de Londres, a Filarmônica de Nova York, a Royal Philharmonic, entre outras.   A apresentação traz no repertório concertos para piano de Sergei Rachmaninov e Camille Saint-Saëns, além da obra “Insônia”, do compositor carioca Francisco Braga, em celebração aos 450 anos do Rio de Janeiro.  O concerto se inicia com a OSB executando o poema sinfônico “Insônia”, do compositor, regente e professor Francisco Braga. A obra tem um tom histórico e comemorativo para a cultura carioca, em seus 450 anos. “Insônia” foi tocada pela primeira vez no concerto inaugural do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, em 1909.   A apresentação segue com Collard interpretando o “Concerto para piano nº 1”, de um dos principais pianistas e compositores do século XX, Sergei Rachmaninov. A peça foi composta pelo russo aos 18 anos, enquanto ainda era aluno do Conservatório de Moscou, com cuja orquestra debutou o concerto.   O programa se encerra com o “Concerto para piano nº 5 em Fá maior, Op. 103”, quinta e última  obra do francês Camille Saint-Saëns. Este concerto é apelidado de “egípcio” porque Saint-Saëns o compôs na cidade de Luxor, durante uma de suas férias de inverno no Egito. Escrita 20 após o "Concerto para piano nº 4" do compositor, o “Egípcio” contém trechos que evocam o Oriente. Sucesso de público e crítica, o próprio autor foi o solista na estreia da peça, em 1896.   Jean-Philippe Collard, piano Roberto Minczuk, regência   FRANCISCO BRAGA                 Insônia SERGEI RACHMANINOV          Concerto para piano nº 1 em fá sustenido menor, Op. 1 CAMILLE SAINT-SÄENS           Concerto para piano nº 5 em Fá maior, Op. 103 – “Egípcio"   Sobre Jean-Philippe Collard   Nascido em Mareuil-sur-ay, Champagne, Jean-Philippe Collard é um dos mais icônicos pianistas franceses. Além da maestria no domínio das obras francesas, suas interpretações de peças de Bartók, Brahms, Gershwin, Haydn, Liszt, Mozart, Prokofiev, Rachmaninov, Strauss e Tchaikovsky foram muito aclamadas. Para honrar sua significante contribuição para a cultura francesa, Collard foi nomeado Chevalier de la Legion d’Honneur em janeiro de 2003.   Jean-Philippe Collard estudou no Conservatório Nacional Superior de Música e Dança de Paris desde pequeno. Aos 16 anos, ganhou o primeiro prêmio de destaque do Conservatório em uma votação unânime e, nos anos seguintes, outros troféus, como os prêmios no Concurso Nacional de Artistas solistas; o Prêmio Albert Roussel; o Prêmio Gabriel Fauré; o Prêmio do Concurso Internacional Marguerite Long/Jacques Thibaud; e o Grande Prêmio do Concurso Internacional de Cziffra.   Além de se apresentar na Europa, América do Norte, América do Sul, Rússia e Oriente Médio, Collard já foi solista de grandes orquestras mundiais, como a Zurich Tonhalle, a Orquestra Nacional de Lyon, a Orquestra Filarmônica de Londres, as Orquestras de Nova York e a Royal Liverpool Philharmonic. O músico já colaborou com regentes renomados como Semyon Bychkov, Marek Janowski, Eugen Jochum, Seiji Ozawa, Andre Previn, Simon Rattle e Charles Dutoit.   Com mais de 60 CDs lançados pela EMI/Angel, a discografia de Collard inclui os "Etudes-Tableaux" de Rachmaninov e as "Danças Húngaras" de Brahms (com o pianista Michel Beroff), ambos reconhecidos como "Álbum do Ano” pela revista Stereo Review em seus anos de lançamento; os concertos de Ravel com Lorin Maazel e a Orquestra Nacional da França, nomeada como melhor gravação de concerto pela revista Gramophone Magazine; e o Concerto de Chausson, Op. 21 (com Augustin Dumay e o quarteto Muir String) que ganhou o Grande Prêmio do Disco, na França. Ele já gravou todos os cinco concertos para piano de Camille Saint-Saëns com Andre Previn e a Royal Philharmonic Orchestra, além do concerto completo de Rachmaninov com Michael Plasson e a Orquestra Nacional de Toulouse.  Outros álbuns incluem peças de Fauré, Ravel, Liszt e Chopin. [+] saiba mais 1 OSB - Música de Câmara 15/09 Música Neste concerto da Série Música de Câmara, a  pianista Linda Bustani se junta aos músicos da orquestra Michel Bessler (violino), Bernardo Fantini (viola) e David Chew (violoncelo) para executar dois quartetos de Mozart e Schumann.     Considerada pela crítica especializada como uma das mais importantes pianistas da América do Sul, Linda Bustani se une aos músicos da OSB em formação de quarteto para esta récita. O programa se inicia com o Quarteto para Piano em sol menor, K 478, tida como a primeira obra composta para uma formação de quarteto com piano. Ela é uma das peças de câmara mais famosas do compositor austríaco Wolfgang Amadeus Mozart, e tem três movimentos: Allegro, Andante e Rondo. O concerto segue com a execução do Quarteto para Piano em Mi bemol maior, Op. 47, de Robert Schumann, obra romântica inspirada em sua mulher, Clara Wieck Schumann. Composta em 1842, ano bastante produtivo para o compositor, que também escreveu três quartetos de cordas, um trio de piano e um inovador quinteto para o mesmo instrumento .   “Essa será minha primeira participação na série Música de Câmara da OSB. Junto com meus caros colegas Michel, Bernardo e David, farei um programa de grande expressão. O Quarteto K.478 de Mozart mostra como sempre a genialidade do compositor através de sua sofisticação e simplicidade, aliadas a um lirismo singular. Já no Quarteto Op.47, inexplicavelmente pouco executado, Schumann mostra sua alma de maneira especial, apaixonante e eletrizante. Seu 3º movimento, o lento, nos leva ao divino. Com certeza será um concerto de grandes emoções”, afirma a pianista.   Linda Bustani, piano Michel Bessler, violino Bernardo Fantini, viola David Chew, violoncelo   WOLFGANG AMADEUS MOZART        Quarteto de Piano em sol menor, K 478 ROBERT SCHUMANN                          Quarteto de Piano em Mi bemol maior, Op. 47   Sobre Linda Bustani   Linda Bustani foi aluna de Arnaldo Estrella no Rio de Janeiro e de Iakov Zak e Elisso Virsaladze no Conservatório Tchaikovsky, em Moscou. Após participar do Concurso Internacional de Leeds, apresentou-se no Concertgebouw de Amsterdã e em recitais e concertos por toda a Europa, EUA e América Latina. Foi solista com a New Philharmonia, a Royal Liverpool Philharmonic, a Hallé, além da OSB, Osesp e Petrobras Sinfônica. Colaborou com Simon Rattle, John Neschling, Isaac Karabtchevsky e Eleazar de Carvalho, dentre outros grandes regentes. Em 2003, conquistou o Prêmio Carlos Gomes, como melhor pianista do ano.   [+] saiba mais 1 O Barbeiro de Ervilha 17/09 Arte e Educação O Barbeiro de Ervilha é uma comédia musical de teatro para crianças, com aproximadamente 60 minutos de duração.Trata-se de uma adaptação da ópera Il Barbiere di Siviglia, de Gioacchino Rossini com libreto de Cesare Sterbini baseado na comédia homônima de Pierre Caron de Beaumarchais. As aventuras de Fígaro, o protagonista, desenrolam-se, desta vez, em um novo cenário: o Sertão do Nordeste, onde as personagens ressurgem, mais cândidas e brasileiras, com as feições dos tipos populares tradicionais da cultura nordestina.   A montagem, sugerindo o encontro entre música erudita e música popular, associa arranjos de temas melódicos das mais conhecidas árias, duetos, conjuntos e coros da ópera de Rossini com os ritmos encantadores da música popular nordestina. Os números são tocados e cantados ao vivo pelos nove atores ao som de sanfonas, rabeca, viola, violão, flauta transversa e instrumentos de percussão.     Sinopse   A história apresenta uma trupe mambembe de comediantes que encena, na pequena vila fictícia nordestina de Ervilha do Norte, as artimanhas e astúcias de um tipo bem brasileiro, apesar de francês e italiano de origem e da naturalidade espanhola. Assim como na ópera cômica original, Fígaro, o barbeiro de Ervilha, é um faz tudo da cidade, fugindo aos padrões dos barbeiros do nosso século. Além de barbeiro é sanfoneiro, enfermeiro, jardineiro e nas horas vagas ainda é veterinário, farmacêutico, cirurgião, entrega bilhetes de casais enamorados com sigilo e discrição e o que mais for preciso, de maneira honesta, para ganhar o seu pão. Andarilho, sempre à procura de um novo trabalho, acaba salvando a linda história de amor do conde Almaviva com Maria Flor. Um amor “proibido”, pois Maria Flor vai ser obrigada a casar com o seu tutor, Doutor Bartolo, médico e velho avarento cujo interesse, no fundo, é pela herança da moça. Servindo o conde com habilidade, o barbeiro acaba conseguindo acobertar e unir os enamorados, bem debaixo do nariz de Bartolo - que vive dizendo que não é tolo; fazendo triunfar a boa ideia de que “o amor é a mais valiosa das moedas”.     Ficha Técnica - A partir da ópera "O barbeiro de Sevilha" de Gioacchino Rossini com libreto de Cesare Sterbini Dramaturgia Original e Texto de Vanessa Dantas Versões das Músicas e Letras de Leandro Castilho     Direção: Daniel Herz   Elenco Anna Bello, Francisco Salgado,Leandro Castilho,Leonardo Miranda,Leonardo Bastos,Julia Gorman,Pedro Maia,Tiago Herz,Vanessa Dantas   Adaptação e direção musical: Leandro Castilho Coreografia: Marcia Rubin Figurinos e adereços: Heloisa Frederico Cenografia: Glauco Bernardi Preparação vocal: Zé Rescala Fotografia: Renato Mangolin Direção de produção, administração financeira, coordenação do projeto: Verônica Prates [+] saiba mais 1 Projeto interlocuções - O Ciúme em Proust 18/09 Arte e Educação "O Ciúme em Proust" Uma breve introdução ao romance "Em Busca do Tempo Perdido", de Marcel Proust, com enfoque na sua pungente visão sobre o amor e o ciúme.   Denise Erse Andrade - Advogada que deixou de lado as letras jurídicas para se dedicar ao estudo das letras como manifestação artística. Atualmente,seus interesses de estudo concentram-se em "A Divina Comédia" de Dante Alighieri, "Em Busca do Tempo Perdido" de Marcel Proust e Dom Quixote de La Mancha, de Miguel de Cervantes.   [+] saiba mais 1 Natalie Dessay, soprano & Michel Legrand, piano 18/09 a 19/09 Música Natalie Dessay, soprano  &  Michel Legrand, piano   Natalie Dessay,virtuose da ópera com renome internacional, e Michel Legrand, compositor de algumas das trilhas sonoras mais famosas da história, se apresentam aqui na Cidade das Artes e prometem dois espetáculos inesquecíveis.   Harmonizando voz, piano, baixo e percussão, Michel Legrand e Natalie Dessay revivem trilhas sonoras famosas dos filmes de Hollywood e do cinema francês. O dueto do filme Os guarda-chuvas do amor (Les Parapluies de Cherbourg), a canção Lilac Fairy’s (A fada lilás) do filme Pele de asno (Peau d’ane), e o dueto das irmãs do filme Duas garotas românticas (Les Demoiselles de Rochefort), interpretadas por Natalie Dessay e sua colega, a soprano Patricia Petibon.    A apresentação também inclui composições de Michel Legrand premiadas com Oscar - em 1983 (Yentl, com Barbara Streisand,) e em 1968 (Crown, o Magnífico, com Steve McQueen).  Os convidados especiais reúnem a conhecida harpista Catherine Michel, esposa de Michel Legrand, e o baixo-barítono Laurent Naouri, marido de Natalie Dessay. Juntos, prestam tributo a uma lenda da composição francesa moderna com  uma das estrelas da ópera mais completas e adaptáveis de sua geração na França.   Natalie Dessay descreve sua presença e afinidade no mundo da música popular como “a arte que exige grande refinamento. Uma canção como ‘Saturne’, de Georges Brassens, tem tanto valor para mim como uma ópera de Bellini.  Na ópera, interpretamos e nos deixamos levar. Na canções populares do período romântico alemão, por exemplo, ou nas melodias francesas do mesmo período, temos que ter concentração na voz – temos que aprender a dizer muito com menos energia, especialmente se estivermos usando um microfone”.   Natalie Dessay conheceu Legrand aos seis anos de idade mais ou menos, quando assistiu ao filme dirigido por Jacques Demy – um conto de fadas – A pele de asno.  “Naquela época, jamais imaginaria cantar com ele.... Acho Michel Legrand um gênio, assim como Mozart foi um gênio em seus dias.  Legrand é, também, um virtuose melódico. Ao ouvir duas notas, sabemos que a composição é dele”. [+] saiba mais 1 Ivan Zigg - Um passeio por histórias, livros e desenhos 19/09 Arte e Educação Ivan Zigg - Um passeio por histórias, livros e desenhos   Bem humorada apresentação para pais e filhos, que mistura música, histórias e ilustrações pintadas na hora. Um olhar criativo sobre o nosso mundo. Um convite a viver com arte.    Ao final será realizada uma sessão de autógrafos e bate-papo com o autor. Duração: 45 minutos [+] saiba mais 1 OSB - Concertos da Juventude XIII 19/09 Música Concertos da Juventude XIII   A orquestra assume uma formação de câmara com nove músicos para esta décima terceira edição neste ano dos Concertos da Juventude,com apresentação de Eduardo Lakschevitz. Durante o concerto, o professor e Doutor em Música pela UNIRIO transmite ao público, de maneira informal e atrativa, informações sobre o programa e os compositores. O programa intitulado “Arco, palheta e bocal” traz o Quarteto para Corne-Inglês, Violino, Viola e Violoncelo, do compositor francês Jean Françaix, a Música Para Metais nº 1, do pernambucano Maestro Duda, osCantos Nordestinos, do paulista Gilberto Gagliardi, Brejeiro e Odeon, de Ernesto Nazareth, e Blues for Brass, de Antonio Carlos Neves. O concerto se encerra com a apresentação da obra Aquarela do Brasil, de Ary Barroso. [+] saiba mais 1 Camerata de Violões 20/09 Música Camerata de Violões  nasceu numa reunião de professores do Conservatório Brasileiro de Música e ganhou espaço no cenário musical com vibrantes interpretações de um repertório brasileiro de altíssima qualidade. Seu primeiro cd, lançado em 2001, recebeu referências elogiosas da crítica especializada nacional e internacional. A revista inglesa CLASSICAL GUITAR referiu-se ao conjunto como “uma orquestra de violões que produz um som deslumbrante”. Com apresentações em diversos estados brasileiros, a Camerata de Violões do CBM vem conquistando a admiração do público e de grandes músicos como Hermeto Pascoal, que já dedicou uma composição inédita ao octeto. O segundo CD do grupo foi gravado e lançado pela gravadora Biscoito Fino, e obteve indicação ao GRAMMY 2009 na categoria melhor álbum instrumental. Este show apresentado pela Camerata de Violões "Suítes do Brasil" é baseado no CD de mesmo nome e cujo repertório apresenta obras de compositores brasileiros, organizado em forma de suítes. Suíte é uma forma de composição tradicional da música europeia, originalmente organizada por um conjunto de danças. Trazida ao Brasil, permanece viva até os dias de hoje no cenário da música de concerto, graças à sua estrutura, que permite trazer ao palco gêneros vivos no cenário musical contemporâneo.   O cd e o show "Suítes do Brasil" apresenta em seu repertório composições de Aníbal Augusto Sardinha, o Garoto, que neste ano de 2015 terá completado 100 anos, Nicanor Teixeira, Rogério Borda, Ernesto Nazareth a quem prestamos uma grande homenagem por ter completado em 2013 150 anos de nascimento e o compositor Gaetano Galifi, numa obra composta e dedicada exclusivamente para a Camerata de Violões. [+] saiba mais 1 Workshop - O Processo Criativo com Charles Watson 03/09 a 24/09 Outros Workshop |  O Processo Criativo Pensamento Criativo e Conceitualização  Autor: Charles Watson   O Workshop completo do Processo Criativo consiste em três módulos complementares,porém autônomos.Cada módulo contém uma série de palestras provocativas ministradas em regime intensivo.  Amplamente ilustrado com textos, vídeos e exercícios, e usando fontes das mais diversas disciplinas,as palestras demonstram que a semelhança entre as dinâmicas criativas superam a diferença entre as linguagens. Entendendo os mecanismos que limitam a criatividade, podemos desenvolver estratégias que, ludicamente, contornam essas limitações.  Desenhado para grupos multidisciplinares, incluindo empresários, publicitários, arquitetos, designers, e todos que se interessam pelo processo de inovação e para quem a geração de novas ideias se tornou fundamental, o workshop completo parte da análise dos seguintes tópicos:   MÓDULO I - OS FUNDAMENTOS    INTRODUÇÃO / CONSIDERAÇÕES GERAIS / DEFINIÇÃO O CONTEXTO / O CAMPO SEMÂNTICO CRIATIVIDADE E LIMITES DICOTOMIAS DA INOVAÇÃO 10.000 HORAS / O LABORATÓRIO TALENTO / TRABALHO DURO  MOTIVAÇÃO A ENGENHARIA DO ERRO SERENDIPITY  ETAPAS INCIPIENTES DE ESTRUTURAS ÚTEIS MODELO PÓS DARWINIANO  O GENE INÚTIL / O MODELO EVOLUTIVO  O OLHAR DO OUTRO / BOOTSTRAPPING / DOMESTICAÇÃO DO ANÁRQUICO  COMPLEXIDADE / EMERGENCE E INSERÇÃO DO RANDÔMICO   Desde 2004 recomendado pelo University of the Arts London e suas escolas de arte afiliadas - Camberwell College of Arts, Central St. Martins College of Art and Design, Chelsea School of Art and Design, The London College of Fashion, The London College of Communications - como um curso de preparação para bacharelado/mestrado em arte.     Mais informações 21- 3325-0448 | 3325-0428 saladeleitura@cidadedasartes.org  [+] saiba mais 31ª Bienal de São Paulo - Obras selecionadas 05/09 a 04/10 Artes Visuais Cidade das Artes sedia  mostra itinerante da 31ª Bienal  de São Paulo - Obras Selecionadas   Um recorte pensado a partir de cinco projetos artísticos da exposição Como (...) coisas que não existemque, em 2014, atraiu 472 mil visitantes em São Paulo. A mostra tem curadoria de Charles Esche, Pablo Lafuente, Nuria Enguita Mayo, Galit Eilat, Oren Sagiv, Benjamin Seroussi e Luiza Proença.   A 31ª Bienal de São Paulo procurou abordar a condição contemporânea por meio de obras concebidas dentro do conceito de “projeto”, muitos deles realizados em colaboração entre artistas, coletivos de artistas e profissionais de outras disciplinas.   Para esta mostra  foram selecionados os projetos 10,000 anos de arte popular nórdica, conjunto fotográfico de Asger Jorn que documenta produções visuais pré-cristãs e pré-modernas no norte da Europa; A última aventura, série fotográfica de Romy Pocztaruk resultante de viagens pela Transamazônica; Handira, reunião de obras têxteis de Teresa Lanceta feitas junto a comunidades tecedoras africanas e A leitora de café, série de amuletos coletados por Michael Kessus Gedalyovich durante a jornada que realizou desde as Colinas do Paraíso, em Israel, à Amazônia brasileira. Ainda integra a exposição o filme Inferno, de Yael Bartana, que simula a construção e destruição de um templo no bairro do Bom Retiro,centro de São Paulo. Conforme propõe o curador Pablo Lafuente: “nesta exposição, os tapetes e as imagens também configuram paisagens, como as fotografias de Romy Pocztaruk, e são ao mesmo tempo objetos de uso que, como os amuletos de Gedalyovich, podem ajudar na construção de um mundo novo”.     O programa de exposições itinerantes da 31ª Bienal contempla mostras em cidades do Brasil e no exterior. Desde fevereiro de 2015, diferentes seleções a partir dos 81 projetos da mostra 31ª Bienal de São Paulo – Como (...) coisas que não existem foram exibidos em São José dos Campos/SP (FAAP), Campinas/SP (SESC), Juiz de Fora/MG (Museu de Arte Murilo Mendes), Ribeirão Preto/SP (FAAP), São José do Rio Preto/SP (SESC) e Belo Horizonte/MG (Palácio das Artes). A primeira itinerância internacional desde a criação do programa, em 2011, está prevista para outubro em Porto/Portugal (Fundação de Serralves). Novas etapas estão em fase de confirmação. Para Luis Terepins, presidente da Fundação Bienal de São Paulo, as itinerâncias “buscam expandir os intercâmbios possíveis entre a vida cultural de São Paulo e os espaços expositivos no interior e exterior,  projetando as questões da 31ª Bienal rumo a novos públicos e novas direções”. [+] saiba mais 1 Inusitado - Poesia Martinho Só 06/10 a 07/10 Música Idealizada e realizada por André Midani em parceria com a Cidade das Artes, a série INUSITADO 2015, acontece sempre às terças e quartas-feiras, e até novembro traz espetáculos inéditos e não convencionais. A sequência do projeto contará com esta apresentação  de Martinho da Vila (6 e 7 de outubro) e Fafá de Belém (3 e 4 de novembro). Alcione; Zélia Duncan e Jaques Morelenbaum; e Anitta, Arlindo Cruz e Arnaldo Antunes, Kassin,Marcos Valle e  Marcelo Jeneci foram as atrações da série 2015, que começou em abril.   André Midani - um dos nomes mais importantes da indústria fonográfica brasileira nos últimos 60 anos – responde pela seleção do elenco, mas deixa a cargo dos artistas a escolha e elaboração do que será apresentado.   “Os artistas têm carta branca para pensar e executar quaisquer ideias que venham à cabeça, com a condição de que estas estejam fora dos padrões normais de suas trajetórias. É uma oportunidade para saírem da zona de conforto e emprestarem frescor ao processo criativo”, explica Midani.   Nas edições anteriores, em 2013 e 2014, a série promoveu espetáculos idealizados por músicos, cineastas e atores, como Arnaldo Antunes, Andrucha Waddington, Blitz, Elza Soares, Erasmo Carlos, Fernanda Montenegro, Frejat, Lenine, Paula Toller e Ney Matogrosso. As performances incluíram uma mistura de samba com música eletrônica proposta por Elza Soares; um recital de poesia em que Arnaldo Antunes explorou de maneira singular as possibilidades fonéticas da língua portuguesa; e o encontro de Fernanda Montenegro com a Velha Guarda da Mangueira, no qual a atriz declamava letras emblemáticas do lendário grupo para introduzir as canções que seriam executadas em seguida.   [+] saiba mais 1 Medalhas de Ouro do Piano - Frederico Colli 25/10 Música A Série Medalhas de Ouro do Piano é realizada pela Fundação Cidade das Artes em parceria com o Concurso Internacional BNDES de Piano do Rio de Janeiro.   Federico Colli venceu o primeiro prêmio no Salzburg Mozart Competition em 2011 bem como a Medalha de Ouro do renomado concurso Leeds International Piano Competition em 2012, tocando com a Hallé Symphony Orchestra regida pelo maestro Sir Mark Elder.  Após este importante prêmio Colli se apresentou nas mais prestigiadas salas de concerto do mundo.   Concertos recentes incluem o Concerto nº 3 de Rachmaninov, sob a regência do maestro Yuri Temirkanov à frente da St. Petersburg Philharmonic Orchestra em Milão e Turin no MiTo International Festival, uma turnê na Alemanha com a  Klassische Philharmonie Bonn, regida por Heribert Beissel, incluindo espetáculos em Berlim, Stuttgart e Munique e concertos no Teatro Vienna Konzerthaus com a Vienna Chamber Orchestra, regida por J. Hattori, além de concertos com a  Philharmonic Hall em Liverpool, regida por Vasily Petrenko, Royal Liverpool Philharmonic Orchestra, e recitais na Salle Cortot em Paris, no Teatro Manzoni em Bologna e no Muziekgebouw em Eindhoven.    Colli também tocou no Japão e México. Suas apresentações em Festivais incluem concertos no Ruhr Piano Festival, The Steinway International Piano Series em Cardiff e no Mariinsky Theatre, através do Musical Olympus International Festival.  No Chopin International Music Festival, Federico tocou o 5º Concerto de Beethoven com a Philharmonic Concert Hall em Varsóvia, regida por Jacek Kaspszyk e com a Polish National Radio Symphony Orchestra em um programa onde também se apresentaram Martha Argerich e Nelson Freire.   No último verão Colli substituiu o renomado pianista Boris Berezosvky no Festival Internazionale Pianistico di Brescia e Bergamo em dois concertos, tocando com a Orchestra Filarmonica del Festival sob a regência do maestro Orizio.   Nascido em Brescia, Itália, em 1988, Federico estudou no Conservatório de Milão, na Imola International Piano Academy e no Salzburg Mozarteum sob orientação dos professores S. Marengoni, K. Bogino, B. Petrushansky e P. Gililov, participando também de Masterclasses dos professores M. Rybicki, E. Virsaladze, J. O’Conor, F. Scala, A. Lonquich and J. Soriano.   Coincidindo com sua estreia no Queen Elizabeth Hall na International Piano Series em abril de 2014, seu primeiro CD solo produzido por Champs Hill Records - com obras de Beethoven, Scriabin e Mussorgsky - foi lançado nessa oportunidade e recebido com grande entusiasmo pela crítica.   A temporada 2014-15 começou com a celebração do 50º aniversário do Leeds International Piano Competition.  Em seguida vieram sua estreia no  Concertgebouw em Amsterdam tocando o Concerto nº 3 de Rachmaninov com a Philharmonie Zuidnederland, além de concertos com a Symphony Orchestra National Philharmonic Ukraine sob a regência de Roman Kofman tocando o Concerto nº 1 de Brahms; com a Orchestra della Toscana e a RAI National Symphony Orchestra; com a BBC Symphony Orchestra em Londres sob a regência de Sakari Oramo e outros.    Federico acaba de se apresentar em  renomadas salas de espetáculo tais como a  London’s LSO St Luke’s, a Southampton Turner Sims, a Harrogate Spring Series, La Società dei Concerti Foundation em Milan, I Concerti del Quirinale em Roma e no Teatro Comunale di Ferrara, além de estreias na Accademia di Santa Cecilia em Roma, no Dvorak Prague Festival e no Wigmore Hall (Londres).   [+] saiba mais 1 Medalhas de Ouro do Piano - Cristian Budu 15/11 Música A Série Medalhas de Ouro do Piano é realizada pela Fundação Cidade das Artes em parceria com o Concurso Internacional BNDES de Piano do Rio de Janeiro.     Cristian Budu   Brasileiro de origem romena, o jovem pianista Cristian Budu é considerado um dos expoentes de sua geração. Dotado de uma musicalidade genuína e de uma calorosa força de comunicação, sua personalidade artística e seu colorido pianismo vêm sendo internacionalmente reconhecidos. Desde muito jovem, Cristian alcançou os primeiros lugares em diversos concursos nacionais, como o Concurso Nelson Freire e o Programa Prelúdio da TV Cultura.   Em 2013, aos 25 anos de idade, Cristian tornou-se o primeiro brasileiro a vencer o Grande Prêmio – mais 2 prêmios extras, incluindo o prêmio do público – do Concurso Internacional Clara Haskil, na Suíça, um dos mais importantes e prestigiados do cenário mundial, que elege apenas um ganhador por edição (e por vezes nenhum). Laureados anteriores incluem nomes como Richard Goode, Christoph Eschenbach, Mitsuko Uchida e Evgeni Korolyov. Tal prêmio foi considerada pela criítica especializada como a mais importante conquista por parte de um pianisita brasileiro nos últimos 22 anos, e lançou Cristian numa carreira internacional, sendo empresariado pela agência Artematriz para concertos na America Latina e pela agência Caecilia, uma das mais tradicionais na Europa, que empresaria artistas como Daniel Barenboim, Nelson Freire, Joshua Bell e a própria OSESP.   Cristian venceu também o Premio 2013 na Categoria Jovem Talento da Revista Concerto, e foi convidado pela mesma para gravar o CD do ano que foi lançado em 2015 para seus assinantes. Neste ano, Cristian foi também convidado a gravar um CD solo comercial, pelo selo Claves, na Suíça. Já foi convidado a se apresentar nos festivais J. S. Bach na Suíça, na série ‘Rising Stars’ do Festival Frankische Musiktage, na Alemanha, no Festival da Radio France, no Festival de Delft, na Holanda, no Rockport Music Festival, nos EUA, no Festival Internacional de Campos do Jordão, em que também fez parte do corpo docente, na série da OSESP em 2015 e 2016, com o Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo, com a Orquestra Sinfônica de Lucerne, Orquestra Sinfônica de Jerusalém, entre outros. Já solou em salas como Jordan Hall, Liederhalle, Ateneu de Bucareste, Sala São Paulo, e à frente de orquestras como Orquestre de la Suisse Romande (Suíça), Orquestra Sinfônica da Rádio de Stuttgart (Alemanha), Orquestra Emil Nichifor (Romênia), Orquestra Sinfônica Brasileira, Orquestra Filarmônica de Montevideo, Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, Orquestra Petrobrás Sinfônica, Orquestra Sinfonica do Paraná, entre tantas outras.   Reconhecido também pela sua sensibilidade camerística, Cristian já teve a honra de dividir o palco com artistas como Jennifer Stumm, Alexandra Soumm, Giovanni Gnocchi, Joseph Conyers e Semion Gavrikov, spalla dos segundos violinos da Orquestra Filarmônica de Israel. Cristian hoje também desenvolve um duo com a violinista suíça Esther Hoppe, vencedora do Concurso Internacional Mozart e que leciona no Mozarteum, em Salzburg.   Quando se mudou para Boston, em 2010, Cristian hospedava saraus especiais em sua casa que inspiraram posteriormente a criação do projeto Groupmuse (www.groupmuse.com), que gerou grande impacto na mídia e ganhou a parceria da Boston Symphony Orchestra. No Brasil, Cristian é criador do projeto Pianosofia (www.pianosofia.com), que traz música clássica para a casa das pessoas por parte de uma comunidade de músicos que frequentemente se encontram, ensaiam e cultivam o genuíno amor pela Música. O projeto valoriza formações de câmara com piano, na intenção de “acordar” os pianos que estão “mudos” nas casas das pessoas, e logo de início ganhou o importante apoio da Sociedade Cultura Artística. O Pianosofia também prevê a expansão da comunidade por parte do público, sendo que todos os membros são conhecidos pessoalmente em saraus que podem ser requeridos através do próprio site.   Cristian cresceu em Diadema (SP), e foi então, procurando caminhos a seguir na vida musical, que teve seus primeiros contatos com o multi-artista Antônio Nóbrega, que o introduziu ao rico universo das músicas e danças tradicionais brasileiras. Cristian foi aluno do Instituto Brincante por 4 anos, tendo aulas com Rosane Almeida e diversos artistas populares, e lá seu aprendizado foi de grande importância ao seu desenvolvimento artístico. Cristian teve já a honra de fazer participações especiais em espetáculos de Antônio Nóbrega; e depois, em Boston, Cristian integrou um quarteto especializado em música brasileira que em 2013 venceu o Honors Competition do New England Conservatory, na categoria “Improvisação Contemporânea”. Esta premiação proporcionou diversas apresentações nos EUA e a gravação de um CD.   Cristian é formado em música pela Universidade de São Paulo, onde teve como professor o pianista Eduardo Monteiro. Anteriormente, teve como professores Elsa Klebanovsky, Marina Brandão e Cláudio Tegg. Nos Estados Unidos, tornou-se mestre em performance pianística sob tutela de Wha-Kyung Byun, com uma bolsa de estudos especial concedida pelo New England Conservatory de Boston. Em 2014, Cristian foi aceito na mesma escola para o Artist Diploma, programa de maior prestígio dos conservatórios norte-americanos, que oferece, além de bolsa integral e patrocínio, diversos concertos solo, de câmara e com orquestras nos Estados Unidos.     [+] saiba mais 1 Projeto Interlocuções: Psicanálise e Literatura 10/07 a 25/12 Arte e Educação Projeto  Interlocuções: Psicanálise e literatura PROJETO - "TEATRO SHAKESPEARIANO" "As criações poéticas engendram mais do que refletem as criações psicológicas." (Lacan) Entendendo o mito como uma tentativa de dar conta de um real inapreensível que escapa ao campo da linguagem, o grupo de leitura INTERLOCUÇÕES: PSICANÁLISE E LITERATURA trabalhou em 2014 duas versões consagradas do mito Don Juan, a de Molière e a de José Saramago, aprofundando a questão da narrativa mítica como uma tentativa de figurar o ser do sujeito humano. Para 2015 propomos a leitura comentada da obra HAMLET de Shakespeare, visando pensar a divisão subjetiva: "ser ou não ser" e delimitar o conceito de neurose, magistralmente ilustrado pelo personagem Hamlet, em sua dupla estrutura: histeria e obsessividade.   Atividade gratuita e aberta a interessados. Todas as sextas, sempre às 15h, na Sala de Leitura da Cidade das Artes.  Coordenação: Marília Flores e Gilda Pitombo. [+] saiba mais