Fundação Cidade das Artes

Destaques da Programação

1 rio orquestra peter brook trio

Música

05/05 e 06/05

Concebido com o objetivo de proporcionar a artistas renomados, de áreas distintas, novas possibilidades de experimentação criativa, o projeto Inusitado inaugura em abril, na Cidade das Artes, a sua terceira edição A programação desta temporada, que acontece sempre nas primeiras terças e quartas de cada mês, até outubro, traz espetáculos inéditos – e não convencionais – de  Alcione, Zélia Duncan, Anitta, Kassin, Lenine, Hamilton de Holanda e Cacá Diegues...

Música

25/04 a 29/04

Dentro das comemorações dos 450 anos da fundação do Rio de Janeiro, a Cidade das Artes apresenta, de 25 a 29 de abril, um evento dedicado exclusivamente à música instrumental Realizado em parceria com o British Council – e paralelamente à 2ª Conferência Internacional MultiOrquestra, cuja proposta é discutir as oportunidades e a interação com o entorno, dentre os principais desafios do setor em âmbito mundial...

Teatro

30/04 e 01/05

O que nos teria levado de volta a The Suit  – uma peça que já tinha viajado pelo mundo por tantos anos com texto em francês? A resposta é bem simples: nada no teatro permanece imóvel; alguns temas simplesmente se esgotam e outros anseiam por voltar à vida Tudo começou na África do Sul, nos anos 50, quando um brilhante autor negro, Can Themba, escreveu um conto intitulado The Suit (O Terno)...

Música

23/04 a 26/04

O AZERBAIJÃO Poucos países no mundo são tão intrigantes quanto o Azerbaijão, conhecido como Terra do Fogo Sendo um dos berços da civilização humana, o Azerbaijão fica no cruzamento entre Ocidente e Oriente no coração da Eurásia...

Eventos Recentes

1 Show “Rodinha de Música” 25/04 Arte e Educação Show "Rodinha de Música" com o grupo Brincando de Papel O grupo Brincando de Papel apresenta um show para bebês com cantigas infantis (“O sapo não lava o pé’’, “Fui no tororó’’, ”Marcha soldado” “Pintinho amarelinho“, “Borboletinha“, “O pato”, etc.) onde as crianças e bebês participam ativamente com instrumentos musicais de brinquedo e interagem com fantoches, papel colorido, bolinhas de sabão etc. Vagas limitadas a 40 crianças. Inscrições pelo telefone 3325-0448 [+] saiba mais 1 Sarau do POVEB e lançamento do livro ProtoPoemas de Aluizio Resende 25/04 Arte e Educação O grupo de poetas do POVEB (Poesia Você Está na Barra) convida para um divertido sarau e para o lançamento do novo livro do poeta Aluizio Resende. [+] saiba mais trio FESTIVAL DO AZERBAIJÃO 23/04 a 26/04 Música O AZERBAIJÃO Poucos países no mundo são tão intrigantes quanto o Azerbaijão, conhecido como Terra do Fogo. Sendo um dos berços da civilização humana, o Azerbaijão fica no cruzamento entre Ocidente e Oriente no coração da Eurásia. Uma terra de contrastes com montanhas altas, terras vulcânicas, cânions, planícies, vales e litorais, o país possui uma geologia única com depósitos de gás natural que ao longo dos séculos criaram fissuras onde o fogo surge espontaneamente. Essa magia fez com que o Azerbaijão se tornasse num local de nascimento do Zoroastrismo. Depois da chegada de São Eliseu no século I A.C., o país se tornou um centro do Cristianismo na região. A expansão árabe no século VII trouxe o Islã, que se tornou a religião dominante no país. Esta diversidade contribui muito para a grande variedade da arte e da dança, da música clássica, da gastronomia local, etc. Tudo isto, aliado a uma das capitais mais lindas do mundo, Baku.   O FESTIVAL DO AZERBAIJÃO A gastronomia, a dança, o cinema, a fotografia, a música sinfônica e a música tradicional, executada em instrumentos originais, proporcionarão para os cariocas experiências inéditas com esta civilização milenar.    O Festival  do Azerbaijão é uma realização do Ministério da Cultura e do Turismo do Azerbaijão, da Embaixada do Azerbaijão no Brasil e da Cidade das Artes, em homenagem aos 450 anos da cidade do Rio de Janeiro, apresentando pela primeira vez a cultura azerbaijanesa no Brasil. [+] saiba mais rio orquestra RIO ORQUESTRA 25/04 a 29/04 Música Dentro das comemorações dos 450 anos da fundação do Rio de Janeiro, a Cidade das Artes apresenta, de 25 a 29 de abril, um evento dedicado exclusivamente à música instrumental. Realizado em parceria com o British Council – e paralelamente à 2ª Conferência Internacional MultiOrquestra, cuja proposta é discutir as oportunidades e a interação com o entorno, dentre os principais desafios do setor em âmbito mundial. O tema desta edição da conferência é “A Orquestra e a Cidade”.   A primeira edição do RIO ORQUESTRA traz  uma série de concertos que incluem desde renomadas orquestras, conjuntos instrumentais formados por jovens universitários e de organizações sociais.    PROGRAMAÇÃO   CONCERTOS ESPECIAIS | ABERTURA E GRATUITOS   Sábado, dia 25 - Teatro de Câmara, 20h30 Concerto de abertura para os participantes da Conferência - Scottish Ensemble,diretor artístico Jonnathan Morton   Quarta-feira, dia 29 - Sala 1, 14h Orquestra Maré do Amanhã   Quarta-feira, dia 29 - Sala 1, 14h45 Orquestra Sinfônica Jovem do Rio de Janeiro - Grupo de Cordas,regente Juliano Dutra    CONCERTOS ESPECIAIS | INGRESSOS A  R$ 1,00    Domingo, dia 26 - Grande Sala, 11h Orquestra Sinfônica da UFRJ e Coro, regente André Cardoso   Domingo, dia 26, Teatro de Câmara,16h30 Academia Juvenil da Orquestra Petrobras Sinfônica, regente Felipe Prazeres   Segunda-feira, dia 27, Teatro de Câmara, 18h30  Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo   Terça-feira, dia 28, Grande Sala, 20h30 Orquestra Filarmônica de MG, regente Marcos Arakaki   Quarta-feira, dia 29, Sala 1, 14h45 Orquestra Sinfônica Jovem do Rio de Janeiro   CONCERTO ESPECIAL DA SÉRIE ESMERALDA OSB |  VALOR DE INGRESSO DA SÉRIE ESMERALDA    Domingo, 26, Grande Sala, 18h Orquestra Sinfônica Brasileira, regente Yalchin  Adigezalov   INGRESSOS   Ingressos a partir de R$1 na bilheteria da Cidade das Artes nos dias dos concertos.  Concertos gratuitos - distribuição de senhas,uma hora e meia antes de cada concerto: Orquestra Sinfônica Jovem do Rio de Janeiro - Grupo de Cordas e Orquestra Maré do Amanhã Orquestra Sinfônica Brasileira - Série Esmeralda - ingressos pela ingresso rápido         [+] saiba mais peter brook PETER BROOK | THE SUIT 30/04 a 01/05 Teatro O que nos teria levado de volta a The Suit  – uma peça que já tinha viajado pelo mundo por tantos anos com texto em francês? A resposta é bem simples: nada no teatro permanece imóvel; alguns temas simplesmente se esgotam e outros anseiam por voltar à vida. Tudo começou na África do Sul, nos anos 50, quando um brilhante autor negro, Can Themba, escreveu um conto intitulado The Suit (O Terno). «Isto mudará nossa vida e nos trará fortuna», disse ele à esposa, mas o destino decidiu de outro modo. O apartheid decidiu de outro modo. Assim como aconteceu com todos os autores negros, vivos ou mortos, os livros de Can Themba foram banidos e ele exilou-se na Suazilândia, onde logo morreu de pobreza, tristeza e alcoolismo. Só muitos anos depois é que foi possível transformar em peça de teatro o texto de Can Themba. A primeira versão surgiu em Joanesburgo, no Market Theatre, versão que foi para Londres e, mais tarde, transformou-se numa nova adaptação com título em francês: Le Costume. Para o trio de Uma Flauta Mágica reunir-se novamente para apresentar The Suit na língua de origem (inglês) foi um processo bem natural, permeado de músicas de diversas fontes, de Schubert a Miriam Makeba, executadas e cantadas por um pequeno grupo de atores e músicos. Assim teve início uma nova aventura. Esperava-se que o conto The Suit do escritor sul-africano Can Themba mudasse a vida de sua esposa. Tragicamente, as restrições impostas pelo apartheid fizeram com que essas mudanças tomassem um rumo inesperado. Themba precisou exilar-se na Suazilândia, suas obras foram proibidas na África do Sul e ele morreu de alcoolismo antes que seu texto mais conhecido fosse adaptado para o teatro por Mothobi Mutloatse e Barney Simon, no Johannesburg’s Market Theatre, na recém-liberada África do Sul dos anos 1990. O renomado diretor Peter Brook já adaptara essa versão teatral e viajara com ela em turnê. O espetáculo era então falado em francês. Agora, porém, decidiu ele dar nova vida à obra fazendo-a retornar à língua de origem. Num trabalho conjunto com a colaboradora de longa data Marie-Hélène Estienne e o compositor Franck Krawczyk, a peça foi adaptada e musicada, bebendo em fontes musicais tão diversas quanto Franz Schubert e Miriam Makeba. A história de The Suit centra-se em Philomen, um advogado de classe média, e sua mulher Matilda. O terno mencionado no título pertence ao amante de Matilda e é deixado para trás quando Philemon apanha em flagrante o casal clandestino. Para castigar a mulher, Philemon faz Matilda tratar o terno como se este fosse um convidado de honra. Ela precisa alimentá-lo, dar-lhe atenção e sair frequentemente com ele a passeio, a fim de que tivesse a constante lembrança de seu adultério. A história transcorre em Sophiatown, um populoso reduto destruído pelo apartheid pouco depois de Themba ter escrito seu conto. O lugar é tão personagem da peça quanto o infeliz casal, e, com um elenco diminuto, a direção consegue infundir vida e energia a esta nova adaptação teatral.   [+] saiba mais 1 INUSITADO | ZÉLIA DUNCAN 05/05 a 06/05 Música Concebido com o objetivo de proporcionar a artistas renomados, de áreas distintas, novas possibilidades de experimentação criativa, o projeto Inusitado inaugura em abril, na Cidade das Artes, a sua terceira edição. A programação desta temporada, que acontece sempre nas primeiras terças e quartas de cada mês, até outubro, traz espetáculos inéditos – e não convencionais – de  Alcione, Zélia Duncan, Anitta, Kassin, Lenine, Hamilton de Holanda e Cacá Diegues. O idealizador e curador da série, André Midani – um dos nomes mais importantes da indústria fonográfica brasileira nos últimos 60 anos –, responde pela seleção do elenco, mas deixa a cargo dos artistas a escolha e elaboração do que será apresentado. “Os artistas têm carta branca para pensar e executar quaisquer ideias que venham à cabeça, com a condição de que estas estejam fora dos padrões normais de suas trajetórias. É uma oportunidade para saírem da zona de conforto e emprestarem frescor ao processo criativo”, explica Midani.   Zélia Duncan homenageia Milton Nascimento Nos dias 5 e 6 de maio será a vez de Zélia Duncan subir ao palco do Teatro de Câmara, com um show baseado inteiramente na obra de Milton Nascimento, em formato de recital.   A sequência do projeto contará com apresentações (cujo teor será anunciado mais adiante) de Kassin (23 e 24 de junho); Anitta (7 e 8 de julho); Lenine (4 de 5 de agosto); Hamilton de Holanda (1 e 2 de setembro) e Cacá Diegues (6 e 7 de outubro).   Nas edições anteriores, a série promoveu espetáculos idealizados por músicos, cineastas e atores, como Arnaldo Antunes, Andrucha Waddington, Blitz, Elza Soares, Erasmo Carlos, Fernanda Montenegro, Frejat, Lenine, Paula Toller e Ney Matogrosso. As performances incluíram uma mistura de samba com música eletrônica proposta por Elza Soares; um recital de poesia em que Arnaldo Antunes explorou de maneira singular as possibilidades fonéticas da língua portuguesa; e o encontro de Fernanda Montenegro com a Velha Guarda da Mangueira, no qual a atriz declamava letras emblemáticas do lendário grupo para introduzir as canções que seriam executadas em seguida.    Os ingressos estão à venda no site da Ingresso Rápido e você também pode  adquirir entradas para os sete shows de estreia de uma vez só, por meio do sistema de assinaturas  www.ingressorapido.com.br          [+] saiba mais PROJETO INTERLOCUÇÕES | "HAMLET E O FANTASMA DO PAI" 08/05 Arte e Educação "HAMLET E O FANTASMA DO PAI" leitura psicanalítica da obra Hamlet de Shakespeare com enfoque às nuances da relação pai-filho e seus efeitos particulares. Palestrante: ADELINA LIMA FREITAS, psicanalista, professora da graduação de psicologia e pós-graduação em Teoria Psicanalítica da UVA. [+] saiba mais 1 FESTIVAL IONESCO | Ionesco Suite 30/05 e 31/05 Teatro O Théâtre de la Ville de Paris traz pela primeira vez ao Brasil duas montagens de obras de Eugene Ionesco - o mestre do Teatro do Absurdo -, profusamente elogiadas na Europa e nos Estados Unidos. Ambas têm a assinatura do diretor Emmanuel Demarcy-Mota, desde 2008 à frente do palco parisiense, um dos mais conceituados do mundo ocidental.   Nascida de um processo de pesquisa e exercício de Emmanuel Demarcy–Mota com seus atores, a Suite Ionesco resulta de um trabalho coletivo que costura cenas de diversas obras do dramaturgo. “Pensei num formato em que os atores estivessem em contato muito próximo com o público”, descreve o diretor. “Escolhemos alguns temas - convenções sociais, o medo da existência, medo de expressar-se, de não ser ouvido e entendido pelos outros”.   Em 2015, completam-se dez anos do ínicio desse trabalho, “que continua evoluindo”. São excertos de diversas obras da primeira fase de Ionesco, nos anos 1950, “período de reconstrução e esperança, mas ainda povoado pela dor do conflito e onde o entusiasmo ideológico estava congelado pela guerra fria”. Os trechos foram combinados e remisturados debaixo de situações de família, de casais, da vida escolar. É como um teatro burlesco que escapa doconvencional final feliz exigido pelo público burguês.   Os sete atores, de diversas procedências e diferentes gerações, apresentam os trechos de Jacques ou la soumission, Délire à Deux, La Cantatrice Chauve (A Cantora Careca), Exercices de Conversation et de Diction Françaises pour les Étudients Américains e La Leçon. São trechos que retratam as dores da construção, de destruição e da reconstrução do grupo e do indivíduo. “Não é somente um olhar político, porque é divertido demais; não é uma simples brincadeira, porque é real demais. É um momento de puro teatro, louco e profundamente impactante”, define o encenador. [+] saiba mais 1 FESTIVAL IONESCO | O Rinoceronte 29/05 a 31/05 Teatro O Théâtre de la Ville de Paris traz pela primeira vez ao Brasil duas montagens de obras de Eugène Ionesco - o mestre do Teatro do Absurdo -, profusamente elogiadas na Europa e nos Estados Unidos. Ambas têm a assinatura do diretor Emmanuel Demarcy-Mota, desde 2008 à frente do palco parisiense, um dos mais conceituados do mundo ocidental.   O Rinoceronte e Ionesco Suite   O Rinoceronte clássico que estreou em 1960, acompanha em tom de farsa trágica a estranha transmutação dos habitantes de uma pequena cidade em paquidermes, testemunhada por um único morador - um alcoólatra - que permanece na forma humana.   A encenação em FRANCÊS tem legendas em PORTUGUÊS.   [+] saiba mais 1 SOMBRAS | A nossa tristeza é uma imensa alegria 03/07 a 05/07 Teatro Sombras sonda o modo de ser português, indagando lugares do nosso inconsciente mítico e da nossa personalidade histórica. “Portugal: questão que tenho comigo mesmo”, segundo a bela fórmula do poeta Alexandre O’Neill. Tributo apaixonado às mais belas palavras escritas em português, dadas a ver e ouvir por Ricardo Pais ao longo da sua carreira de director teatral (António Ferreira, Almeida Garrett, Alexandre O’Neill, Fernando Pessoa), Sombras faz-se também do Fado e da música, cuja fatalidade cénica nos foi dado descobrir em espetáculos tão exaltantes quanto Raízes Rurais. Paixões Urbanas (1997) e Cabelo Branco é Saudade (2005). Com uma equipa de excepção – na qual se contam o videasta italiano Fabio Iaquone, o compositor Mário Laginha e o coreógrafo Paulo Ribeiro –, estas Sombras irradiam a feliz luminosidade de uma síntese. Nelas se cruzam a Fala, o Canto, a Dança, o Vídeo, linguagens que Ricardo Pais foi talentosamente explorando ao longo do seu percurso artístico. Estreado em Novembro de 2010, com assombroso êxito, no palco do Teatro Nacional São João, no Porto, Sombras percorreu vários palcos em Portugal, tendo ainda lotado o emblemático Théâtre de la Ville, em Paris, e, mais recentemente, tomado parte do mais importante festival de teatro de Moscovo, o Festival Internacional de Teatro Tchékhov. Agora, Sombras regressa ao Brasil, onde em 2012 foi saudado pelo público e pela crítica. Nas páginas do Estado de São Paulo, o crítico Jefferson Del Rios destacava “a criatividade de Ricardo Pais”, o “brilhante elenco”, o “sofisticado trabalho multimídia”, para concluir: “Uma grande viagem artística em nome do intrigante paradoxo de Sombras: nossa tristeza é uma imensa alegria”. Com a apresentação de Sombras no Rio de Janeiro, acrescenta-se um novo capítulo ao romance histórico que o TNSJ vem escrevendo com o Brasil desde Madame, com Eunice Muñoz e Eva Wilma (direcção Ricardo Pais, 2000). No centro dessa obra aberta está a apaixonante aventura da Língua Portuguesa e seus acentos. [+] saiba mais