Fundação Cidade das Artes

Destaques da Programação

rosas saltimbancos Ricardo menescal2

Dança

05/11 a 07/11

DRUMMING   O compositor norte-americano Steve Reich, nascido em 1936, um dos papas da música minimalista, criou Drumming no início da década de 1970, ao retornar de uma viagem de estudos à África A peça apresenta um motivo rítmico obsessivo, que vai se desdobrando numa variedade de texturas produzidas pela percussão, madeiras e metais - bongôs, marimbas, glockenspiels e flautas piccolo -, e pela presença sutil de vozes femininas...

Teatro

03/10 a 30/11

O currículo de Renato Aragão dispensa apresentações Um dos artistas mais amados e populares de todo o país, fez história na televisão brasileira – com o fenômeno ‘Os Trapalhões’, em que eternizou o personagem Didi, ícone da comédia brasileira – e no cinema, recordista de bilheteria em mais de 50 filmes que marcaram tantas gerações...

Teatro

28/11 e 29/11

“Ricardo III”, obra de William Shakespeare, um dos maiores dramaturgos do teatro ocidental, pelas mãos do ator Gustavo Gasparani e do diretor Sergio Módena, chega agora à Cidade das Artes, vindo de temporadas de enorme sucesso, com lotação esgotada e elogios do público e crítica no Espaço SESC, no Teatro Maria Clara Machado e no Teatro Poeirinha As palavras de Fernanda Montenegro, a seguir, comprovam esse reconhecimento: “Todas as glórias para Gustavo, pela inteligência, qualidade de ator, pela a coragem de enfrentar um texto dessa ordem e nos prender o tempo todo com tanta integridade e com tanto talento”...

Música

11/11 e 12/11

Um encontro de rock, bossa nova e música popular brasileira, estes são os ingredientes que prometem agitar o próximo show do projeto Inusitado, na Cidade das Artes Andy Summers, Roberto Menescal e Rodrigo Santos se apresentam nos dias 11 e 12 de novembro, às 21h, no Teatro de Câmara...

Eventos Recentes

osb OSB - Série Cidade das Artes - Teatro de Câmara 01/11 Música Para os amantes da música de câmara, a Cidade das Artes e a OSB oferecem no Teatro de Câmara, os músicos da orquestra reunidos em diferentes conjuntos.  [+] saiba mais laço Menina Bonita do Laço de Fita 01/11 Arte e Educação É a história de um coelho branco que quer ter filhos como a menina bonita do laço de fita que é negra, então ele tenta descobrir o segredo da menina para ter aquela cor e poder realizar seu desejo. Ao final, a sugestão é misturar tintas e observar as novas cores.   Atividade será realizada pelas mediadoras da sala de leitura que farão a leitura do livro e depois irão propor uma atividade de pintura. [+] saiba mais rosas Rosas - Drumming | Anne Teresa De Keersmaeker, direção artística 05/11 a 07/11 Dança DRUMMING   O compositor norte-americano Steve Reich, nascido em 1936, um dos papas da música minimalista, criou Drumming no início da década de 1970, ao retornar de uma viagem de estudos à África. A peça apresenta um motivo rítmico obsessivo, que vai se desdobrando numa variedade de texturas produzidas pela percussão, madeiras e metais - bongôs, marimbas, glockenspiels e flautas piccolo -, e pela presença sutil de vozes femininas. Inspirada na estrutura de Drumming, a coreógrafa Anne Teresa De Keersmaeker traduz e enriquece nesta criação de 1998 o espírito da composição: a complexidade da coreografia se constrói sobre uma única combinação de movimentos, ao qual se aplicam numerosas variações no tempo e no espaço. Quando a percussão se cala e os corpos se imobilizam, o espectador percebe a surpreendente jornada proporcionada por esta peça, uma onda de pura dança e puro som, um turbilhão de energia vital. Reich atingiu nesse trabalho o ápice da técnica aplicada anteriormente em Piano Phase (1967) – na qual os intérpretes quebram o uníssono numa quase imperceptível aceleração que provoca uma progressiva inter-relação entre as frases musicais, em cânone. Keermaker tem na obra de Reich um fio condutor de seu trabalho desde que estreou como coreógrafa em 1982 com Fase, baseada nesta peça.  ANNE TERESA DE KEERSMAEKER Após estudar dança na Mudra School de Maurice Béjart, em Bruxelas, e no Departamento de Dança da New York University’s  School of the Arts, inicia sua carreira com Fase, Quatro Movimentos para a Música de Steve Reich (1982). Em 1983, funda sua companhia ao criar a coreografia Rosas danst Rosas, que alcança rápida projeção internacional. Por quinze anos, entre 1992 e 2007, De Keersmaeker é coreógrafa residente no teatro La Monnaie, a Opéra Nacional da Bélgica. Durante este período criou uma longa série de trabalhos que vêm sendo apresentados mundo afora. Em 1995, Rosas e La Monnaie associam-se na criação do projeto educativo P.A.R.T.S. – Performing Arts Research and Training Studios; muitos dos alunos desta licenciatura em dança são hoje bailarinos e coreógrafos de reconhecido mérito, tanto na Europa quanto em outros continentes. Com um trabalho coreográfico fortemente assentado sobre a relação entre a dança e a música, Anne Teresa De Keersmaeker utiliza desde composições do final da Idade Média a peças do século XX; fez a estreia de criações de George Benjamin, Toshio Hosokawa e Thierry De Mey e colaborou com diversos intérpretes e grupos. Também é vasto o leque de gêneros musicais em que aposta, abrangendo ainda o jazz, a música tradicional indiana e a música pop. Sua grande afinidade com as composições de Steve Reich se traduziu em peças como Fase (1982), Drumming (1998) e Rain (2011). O conjunto de sua obra traz coreografias de forte sensualidade e teatralidade que atestam uma linguagem em permanente evolução, com uma refinada arquitetura. Sua personalidade artística singular tem sido reconhecida com prêmios como o Samuel Scripps American Dance Festival Award (2011). Outra característica do trabalho de Keersmaeker é o rompimento dos limites da dança pura, em performances que avançam pelo texto como Kassandra, speaking in twelve voices (2004), I said (1999) e In Real Time (2000). Dirigiu também óperas como Duke Blue-beard’s Castle, de Béla Bartók (1998) e Hanjo de Toshio Hosokawa (2004). Vários de seus trabalhos transformaram-se em filmes de dança, assinados pela própria coreógrafa, por Thierry De Mey e por Peter Greenaway, entre outros. Nos últimos anos, Anne Teresa vem repensando os parâmetros do seu trabalho como coreógrafa. A colaboração estreita com artistas como Alain Franco (em Zeitung, 2008), Ann Veronica Janssens (Keeping Still Part, 2008; The Song, 2009; Cesena, 2011), Michel François (The Song, En Atendant, 2010) e Jérôme Bel (3Abschied, 2010) abre caminhos para questionar e reconsiderar os elementos essenciais da dança - o tempo e o espaço, o corpo e a voz, os movimentos e a relação com o mundo. Seus mais recentes trabalhos são Partita 2 (2013), um dueto com o bailarino e coreógrafo Boris Charmatz, construído sobre a peça de Bach, Vortex Temporum (2013), sobre peça de Gérard Grisey e Verklärte Nacht (2014), um pas-de-deux com música de Arnold Schönberg. No conjunto de livros e DVDs Choregrapher’s Score, publicado pela própria companhia Rosas e pela editora inglesa Mercatorfonds (maio de 2012 / julho 2013 / Outubro de 2014), Anne Teresa discorre sobre a criação de seus quatro primeiros trabalhos: Drumming, Rain, En Atendant e Cesena, em diálogos com Bojana Cvejic, conceituado musicólogo e teórico em performances.   CIA. DE DANÇA ROSAS O grupo Rosas, da bailarina e coreógrafa Anne Teresa De Keersmaeker, ganhou a atenção da cena internacional com a criação de Rosas danst Rosas, para música de Thierry De Mey e  Peter Vermeersch, em 1983. Nos últimos anos, Anne Teresa tem criado para a companhia uma série de trabalhos em que a dança acontece como escrita pura no tempo e no espaço. No centro conceitual de seu trabalho está a relação entre movimento e música e, em algumas produções, a relação entre dança e texto. Rosas se estrutura para propiciar um trabalho contínuo e intenso com cada artista, um modelo organizacional que Anne Teresa De Keersmaeker escolheu. Nas produções de grande porte, o grupo todo sobe ao palco; em produções de menor escala, De Keersmaeker faz, muitas vezes, uma participação como dançarina. A companhia tem como premissa apresentar seu repertório enquanto trabalha em novas criações, mantendo viva sua história e a transmitindo às novas gerações de bailarinos e ao público. Com fortes conexões internacionais, a companhia se apresenta em importantes espaços da dança contemporânea, dentro e fora da Europa, mantendo como prioridade, no entanto, sua permanência na Bélgica - onde conta com uma longa parceria com os maiores centros nacionais de artes cênicas. A companhia dedica considerável atenção e energia aos projetos educacionais e participativos e à arte-educação, mantendo um compromisso ainda com um circuito de espaços menores. Rosas é um espaço aberto e compartilha sua infraestrutura não somente com a P.A.R.T.S. (escola fundada pela companhia Rosas e De Munt / La Monnaie, financiada pelo Ministério da Educação da Comunidade Flamenga), como também com o grupo musical contemporâneo Ictos e com o Workspace Brussels, uma organização que oferece suporte para jovens artistas. A experiência em gestão, comunicação e a expertise administrativa de Anna Teresa De Keersmaeker são compartilhadas e difundidas. Essa troca contribui para que o espaço da Companhia em Bruxelas se torne cada vez mais uma referência e um ponto de encontro não somente da dança, mas dos mais diversos talentos artísticos. [+] saiba mais osb OSB - Série Cidade das Artes - Teatro de Câmara 08/11 Música Brigitta Calloni Desirée Mayr violinos   Samuel Passos violas   Eric Alterman Luiz Daniel violoncelo   Alexandre Bocalari oboé     WOLFGANG AMADEUS MOZART Duo para violino e viola nº 2 em Si bemol maior,  KV 424   WOLFGANG AMADEUS MOZART Quarteto em Fá maior, K.370   CARLOS ALMADA Ao Astor / Dança Turca / Blues-Blanc-Rouge   BENJAMIN BRITTEN Quarteto “Phantasy”, Op.2 [+] saiba mais abayomi Oficina de bebês Abayomi – Lena Martins 08/11 Arte e Educação Durante a oficina cada participante aprende a confeccionar um boneco bebê. Os materiais utilizados são retalhos de malha, tecidos e ervas aromáticas.                                 A boneca negra ABAYOMI, foi criada no Rio de Janeiro em 1987, pela artesã Lena Martins, são confeccionadas sem uso de cola e costura.     [+] saiba mais hamilton Hamilton de Holanda 07/11 a 09/11 Música PELO BRASIL consiste na concepção, criação e circulação nacional de um concerto multimídia solo do premiado bandolinista HAMILTON DE HOLANDA. Compositor e criador da técnica polifônica do Bandolim Brasileiro de 10 cordas, o músico é um dos poucos no mundo com recursos para fazer um espetáculo de bandolim solo.    Com repertório baseado em composições autorais inéditas, como “Carimbobó”, “O jumento e a capivara”, “Sambaíba”, “O Amor e a canção”, “A escola e a bola”, “Chama lá” e “Frevinho”, o projeto PELO BRASIL propõe uma travessia musical que exalta alguns dos ritmos brasileiros mais representativos, como o Choro, o Baião, o Maracatu, o Samba, o Bumba-meu-boi, a Moda de viola e o Chamamé.    Com direção geral de Marcos Portinari, design de luz de Marina Stoll e imagens do VJ Boca,PELO BRASIL é um espetáculo interativo que mistura música, textos e projeções, possibilitando ao espectador uma experiência íntima e singular como no momento em que Hamilton toca com sua própria imagem quando criança. Outro ponto alto é a criação, uma espécie de mergulho ao interior da alma, de uma música feita ao vivo sem a busca formal da excelência ou de performances mirabolantes. A ideia é exercer a criatividade e a interação do músico com o momento presente e a plateia percorrendo juntos caminhos antes desconhecidos.   Com patrocínio da Petrobras, o projeto é dividido em duas etapas. A primeira delas permite ao instrumentista apresentar 12 ensaios abertos. Numa obra em progresso, esse momento inicial serve para afinar junto à sua equipe e ao público a formatação e o conteúdo do espetáculo. A estreia carioca de PELO BRASIL será nos dias 7, 8 e 9 de novembro no Teatro de Câmara, na Cidade das artes. Nesta primeira etapa, PELO BRASIL visitará Brasília, Recife e Rio de janeiro com shows abertos ao público e a projetos sociais.    "Meu objetivo com o PELO BRASIL é levar a minha música de forma acessível a todos os recantos possíveis. Estou muito feliz por este novo desafio, que me alimenta e abre novos horizontes. Ter patrocínio para mostrar músicas inéditas e poder me familiarizar com ferramentas como a projeção, a cenografia, a iluminação e o uso de textos, tudo isso dentro de meu país, é um luxo. Poder ajudar a popularizar o conceito, assim como já acontece na Europa e nos EUA, de que é normal ir a um show solo de instrumentos fora do padrão, assim como já o faz o violão ou o piano, é expandir os horizontes e permitir a nosso país promover suas diferentes manifestações culturais.”, declara, animado, Hamilton de Holanda.   PELO BRASIL inclui ainda o lançamento de um CD de mesmo nome, em março de 2015, seguido pela turnê nacional de 15 shows e um DVD. Será criado também um hot-site para o projeto onde o usuário poderá, além de baixar o conteúdo na íntegra de forma gratuita, acompanhar a turnê de toda equipe. [+] saiba mais menescal2 INUSITADO | Roberto Menescal | Rodrigo Santos “Barão Vermelho” | Andy Summers “The Police” 11/11 a 12/11 Música Um encontro de rock, bossa nova e música popular brasileira, estes são os ingredientes que prometem agitar o próximo show do projeto Inusitado, na Cidade das Artes. Andy Summers, Roberto Menescal e Rodrigo Santos se apresentam nos dias 11 e 12 de novembro, às 21h, no Teatro de Câmara. Andy Summers é um dos maiores guitarristas da história do rock, ganhou por cinco vezes o título de guitarrista do ano pela revista “Billboard”. Junto com Sting e Stewart Copeland, fundou o The Police, uma das maiores bandas de rock de todos os tempos, com mais de 150 milhões de cópias vendidas e 8 grammys em premiação. Roberto Menescal é considerado um dos mestres da bossa nova, com Carlinhos Lyra, foi um dos criadores do gênero. Ganhador do Grammy latino de 2014, Menescal, foi também diretor da gravadora Polygram por 20 anos, sendo responsável por lançamentos de vários músicos brasileiros. Ao lado de Ronaldo Boscoli, compôs músicas como “Você”, “Rio” e “O Barquinho”, que já teve mais de 1.000 gravações por artistas em todo o mundo. Também compôs com Chico Buarque o tema de Bye Bye Brasil, premiado filme de Cacá Diegues. Rodrigo Santos é baixista do grupo Barão vermelho há 22 anos. Já tocou com os músicos Lobão, João Penca e Seus Miquinhos Amestrados, Kid Abelha, Leo Jayme, entre outros. Rodrigo, tem uma carreira solo muito sólida com 6 CD´s lançados e um DVD ao vivo “Rodrigo Santos ao Vivo em Ipanema”, que contou com as participações especiais de Ney Matogrosso, Léo Jayme, Evandro Mesquita, Isabela Taviane, Pepeu Gomes, e outros grandes nomes. Para o projeto Inusitado, da Cidade das Artes, eles se unem para apresentar um pouco da história de cada um. O repertório, terá sucessos do The Police, como “Every Breath you Take”, “Message in a Bottle”, “Roxanne”, “Every Little thing She Does is Magic” e “So Lonely”, do Barão Vermelho, dentre os quais “Exagerado”, “Pense e Dance”, “Pro Dia Nascer Feliz”, “Maior Abandonado”, além de clássicos da bossa nova e da música popular brasileira, como “Você” (Menescal), “Tem Dó”, “O Barquinho” (Menescal), “Felicidade” (Tom e Vinicius), “Wave” (Tom Jobim), “Manhã de Carnaval” (Tom e Vinicius) e “Samba de Uma Nota Só” (Jobim). O show terá as participações especiais de Fernando Magalhães (guitarra), que também é guitarrista do Barão Vermelho, Kadu Menezes (bateria), ex Kid Abelha e Cris Delanno (vocal). [+] saiba mais guitarra A Escola de José Menezes França, Método de Guitarra Elétrica – Lançamento do livro com Rogério Borda 12/11 Arte e Educação Recital com Rogério Borda, Pedro Autran e alunos de prática de conjunto do CBM/CEU mostrando a utilização do método de Guitarra Elétrica desenvolvido por José Menezes França. [+] saiba mais capo Livros Animados | Capoeira, Jongo e Maracatu | De Sonia Rosa 15/11 Arte e Educação Os livros Capoeira, Jongo e Maracatu, da autora Sonia Rosa, são livros curtos que apresentam essas três manifestações culturais, ligadas à cultura afro-brasileira. Após a exibição dos livros animados, a proposta é a confecção de instrumentos musicais com materiais reaproveitados e uma roda de dança, celebrando essa importante influência cultural. A atividade será realizada pelas mediadoras da Sala de Leitura.  [+] saiba mais capoeira 20º Encontro Nacional de Capoeira – Escola Capoeira Cidadã 20/11 Arte e Educação Celebrando o Dia Nacional da Consciência Negra a Cidade das Artes recebe uma tarde especial homenageando Zumbi e a Capoeira. Exposição de painéis dos projetos sociais e pesquisas sobre  a Capoeira, Mesa Redonda "Capoeira, Educação e Inclusão social", Oficina de Capoeira infantil  com Mestres convidados, Apresentação dos projetos sociais e grupos convidados e Roda de Mestres. O evento será realizado pela Escola Capoeira Cidadã. [+] saiba mais osb OSB - Série Cidade das Artes - Teatro de Câmara 22/11 Música Nikolay Sapoundjiev violino   Eric Alterman violoncelo   JOHANN SEBASTIAN BACH Partita nº 2 em ré menor, BWV 1004   BENJAMIN BRITTEN Suíte para violoncelo nº 3, Op. 87 [+] saiba mais africanos Contação de Histórias: Meus Contos Africanos – seleção Nelson Mandela 22/11 Arte e Educação Uma viagem pela África através das histórias selecionadas por Nelson Mandela, mostrando as belezas e mistérios da África.  Atividade realizada pela contadora de histórias e especialista em cultura africana, Silvia Carvalho. [+] saiba mais foto Conversa com o escritor Rogério Andrade Barbosa 26/11 Arte e Educação O escritor fala sobre seus livros com contos africanos e sua experiência vivida em alguns países da África.  [+] saiba mais osb OSB - Série Cidade das Artes IV 29/11 Música Realizada na Grande Sala, a “Série Cidade das Artes” da Orquestra Sinfônica Brasileira oferece grandes concertos com convidados renomados no circuito sinfônico internacional. Entre as atrações destaca-se a estreia brasileira do casal Sir James Galway (regência e flauta) e Lady Jeanne Galway (flauta), em 29 de novembro. Confira a programação completa da OSB no site www.osb.com.br. [+] saiba mais Ricardo Ricardo III 28/11 a 29/11 Teatro “Ricardo III”, obra de William Shakespeare, um dos maiores dramaturgos do teatro ocidental, pelas mãos do ator Gustavo Gasparani e do diretor Sergio Módena, chega agora à Cidade das Artes, vindo de temporadas de enorme sucesso, com lotação esgotada e elogios do público e crítica no Espaço SESC, no Teatro Maria Clara Machado e no Teatro Poeirinha. As palavras de Fernanda Montenegro, a seguir, comprovam esse reconhecimento: “Todas as glórias para Gustavo, pela inteligência, qualidade de ator, pela a coragem de enfrentar um texto dessa ordem e nos prender o tempo todo com tanta integridade e com tanto talento”.  Gustavo Gasparani recebeu indicações aos Prêmios Shell e Cesgranrio como melhor ator por este espetáculo e também foi indicado como diretor e autor pelo espetáculo Samba Futebol Clube, que teve no total doze indicações.   “Ricardo III” narra um pedaço da história da Inglaterra. É um dos primeiros dramas históricos escritos por William Shakespeare e encerra em si um dos contos mais tenebrosamente sedutores que já se ergueram em cena. Sua obra encanta diferentes gerações graças à universalidade dos seus temas e à beleza poética que emerge de sua escrita.   O texto traz uma visão rica dos bastidores políticos no que se refere à imoralidade e à ambição desmesurada para se alcançar o poder. Mesmo tendo se passado pouco mais de quatro séculos, os temas abordados servem para refletirmos sobre o mundo em que vivemos. “Ricardo III” discute a luta por poder, intrigas, e a hipocrisia da política.   Nesse projeto, Gustavo Gasparani e Sergio Módena voltaram a trabalhar juntos. A dupla já havia firmado uma parceria de sucesso em 2012, quando dirigiram o musical “As Mimosas da Praça Tiradentes”, que deu a Gustavo o prêmio Shell de melhor ator. Em 2013, Sergio Módena dirigiu “A Arte da Comédia”, que já acumula nove indicações entre os principais prêmios teatrais do Rio de Janeiro, incluindo o prêmio Cesgranrio de melhor direção, e foi indicada como uma das 10 melhores peças do ano na retrospectiva de teatro feita pelo jornal O Globo recentemente.   Em “Ricardo III”, Gustavo Gasparani e Sergio Módena também assinam a adaptação do texto de Shakespeare, que propõe um único ator para “contar” essa história fascinante.   O figurino de Marcelo Olinto se resume a calça jeans, uma blusa cinza e tênis. No palco estão uma luminária, uma mesa, um quadro negro, pilots, um apagador e um cabideiro, com os quais Gasparani “contracena” em cenário criado por Aurora dos Campos.   Essa adaptação de “Ricardo III” entra em contato, de forma clara e simples, com a obra de William Shakespeare. Afinal, as questões levantadas pelo bardo inglês continuam pungentes, pertencem às ruas, aos homens e mulheres de qualquer idade e classe social. Enfim, pertencem ao nosso mundo que, cada vez mais tecnológico, pode ser terrivelmente primitivo quando o lado sombrio de nossa natureza se manifesta perante o mais ínfimo vislumbre de poder.   Um espetáculo de linguagem popular e acessível, que transita entre a construção poética original de Shakespeare e intervenções narrativas para revelar a alma humana. Assim como fazia Shakespeare em seu tempo.  [+] saiba mais encontro Sergio Encontro - Diretor Teatral 29/11 Arte e Educação Nesse encontro, o diretor Sergio Módena conversará com o público sobre o processo de criação do espetáculo “Ricardo III” ( http://cidadedasartes.org/programacao/interna/255 ), tendo como ponto de partida a adaptação desse clássico de Shakespeare para um único ator. No bate papo, o artista também abordará a ligação entre a concepção da linguagem cênica utilizada (que tem por base um forte procedimento lúdico) e o teatro elisabetano. [+] saiba mais saltimbancos Os Saltimbancos Trapalhões - O Musical 03/10 a 30/11 Teatro O currículo de Renato Aragão dispensa apresentações. Um dos artistas mais amados e populares de todo o país, fez história na televisão brasileira – com o fenômeno ‘Os Trapalhões’, em que eternizou o personagem Didi, ícone da comédia brasileira – e no cinema, recordista de bilheteria em mais de 50 filmes que marcaram tantas gerações. Prestes a completar 80 anos, ele prepara uma nova estreia: pela primeira vez, fará um espetáculo teatral. Renato protagoniza ‘Os Saltimbancos Trapalhões’, novo musical de Charles Möeller & Claudio Botelho, em cartaz a partir de 03 de outubro na Grande Sala da Cidade das Artes, com produção da Möeller & Botelho e patrocínio da Bradesco Seguros. Dedé Santana, eterno companheiro artístico de Renato em todos estes anos, também estará no elenco da superprodução, ao lado de mais 31 atores e orquestra. Assinado por Charles Möeller, o texto da montagem foi inspirado no conto ‘Os Músicos de Bremen’, que também deu origem à peça ‘Os Saltimbancos’, dos italianos Sergio Bardotti e Luis Enríquez, e ao filme ‘Os Saltimbancos Trapalhões’ (1981), da RA Produções. Chico Buarque foi o responsável por todas as letras das canções e criou clássicos como ‘Piruetas’, ‘História de Uma Gata’ e ‘Hollywood’, que naturalmente fazem parte desta versão para o teatro. ‘Partimos da história original e inserimos novos personagens e situações. Renato nos deixou muito à vontade para criar. A ideia é fazer uma festa em grande estilo para seus 80 anos e esta estreia no teatro, além de celebrar também os 70 anos de Chico Buarque. É um momento muito especial’, avalia Claudio Botelho. ‘Eu nunca fiz teatro na minha vida, pisar no palco é uma novidade, mas fiquei muito tranquilo por estar com Charles e Claudio’, conta Renato, que terá, em cena, a companhia de Roberto Guilherme e Tadeu Mello, seus antigos parceiros na televisão, da filha Lívian Aragão e de experientes nomes do teatro musical, além de uma série de acrobatas e artistas de circo. A equipe criativa traz a marca da Möeller & Botelho, com arranjos e regência do maestro Marcelo Castro, cenários de Rogério Falcão, iluminação de Paulo Cesar Medeiros, coreografias de Alonso Barros e coordenação artística de Tina Salles. A figurinista Luciana Buarque (‘Meu Pedacinho de Chão’) integra o time criativo M&B pela primeira vez. No palco, o foco é na história de Didi e Dedé, dois funcionários humildes que se tornam a grande atração de um circo por conta da incrível capacidade de fazer o público rir. O sucesso desperta a ira do Barão (Roberto Guilherme), dono do circo, e do mágico Assis Satã (Nicola Lama), que passam a persegui-los. Personagens como a vilã Tigrana (Adriana Garambone) e a mocinha Karina (Gisele Prattes) ajudam a criar ainda mais confusões. ‘’Os Saltimbancos Trapalhões’ será um espetáculo para toda a família, assim como fizemos nas montagens de ‘O Mágico de Oz’ e ‘A Noviça Rebelde’ e como o Renato fez a vida inteira na televisão e no cinema’, comenta Charles Möeller.    Uma nova adaptação   Para Charles, o grande desafio foi recontar a história com uma estrutura de teatro musical, em que as canções apareçam de forma orgânica e os números surpreendam pela inventividade cênica e coreográfica. Além dos atores, estarão em cena dez artistas de circo selecionados em disputada audição, entre acrobatas, malabaristas, contorcionistas e trapezistas. ‘Eles estão acostumados a se apresentar em picadeiros, em arenas, e agora se adaptaram ao palco italiano e à contracena com os outros atores e bailarinos, que, na via inversa, precisaram desenvolver as habilidades circenses’, conta Charles.   O diretor ressalta que o espetáculo é também uma grande homenagem à profissão de artista, ao valorizar o caráter artesanal do ofício e, principalmente, ao sublinhar o aspecto singelo e mambembe do circo. O cenário, de Rogerio Falcão, foi todo pintado manualmente e não tem recursos tecnológicos, enquanto os figurinos, de Luciana Buarque, misturam referências de diversas nacionalidades e culturas, típico do universo retratado.  O circo que aparece em cena é decadente, mas acaba de reencontrar o sucesso com o musical que Didi e Dedé montam por lá.   ‘Na adaptação, Didi encontra o conto dos Irmãos Grimm (‘Os Músicos de Bremen’) dentro de uma garrafa, resolve encená-lo como um musical e vira um fenômeno popular’, resume Charles, que trabalha com canções de Chico Buarque pela sexta vez, depois dos sucessos ‘Na Bagunça do Teu Coração’ (1997), ‘Suburbano Coração’ (2002), ‘Ópera do Malandro’ (2003), ‘Ópera do Malandro em Concerto’ (2006) e ‘Todos os Musicais de Chico Buarque em 90 Minutos’ (2014). [+] saiba mais hamlet Hamlet 30/11 a 01/12 Teatro O mundialmente renomado Shakespeare’s Globe apresentará a peça Hamlet – considerada a melhor peça de Shakespeare.   Ao saber da morte do rei, seu pai, Hamlet volta para casa e encontra seu tio casado com sua mãe e já instalado no trono da Dinamarca. À noite, o fantasma do antigo rei exige que Hamlet se vingue de seu ‘assassinato brutal e injusto’.   Envolvendo intriga política e obsessão sexual, reflexões filosóficas e violência, morte trágica e humor selvagem, Hamlet é o ‘poema sem limites’ de Shakespeare:  um gigante na história da língua inglesa e a mais rica expressão da genialidade de Shakespeare.   Com duração de apenas duas horas e meia e com tournées a todos os países do mundo em dois anos, um grupo de atores viajantes apresentará uma montagem natural e surpreendentemente simples desta peça inexaurível.  [+] saiba mais Imagem Projeto Interlocuções: Psicanálise e Literatura 24/01 a 26/12 Arte e Educação A proposta é ler em grupo e em voz alta algumas versões do mito Don Juan, para abordar, à luz da psicanálise, os temas sedução e desejo. Coordenação: Marília Flores e Gilda Pitombo.   Todas as sextas-feiras. [+] saiba mais contação de historias Contação de Histórias 06/09 a 27/12 Arte e Educação A cada sábado novas histórias e aventuras são apresentadas pelas mediadoras da Sala de Leitura da Cidade das Artes.   Traga sua família e venha se divertir!       [+] saiba mais