Fundação Cidade das Artes

Destaques da Programação

Artes Visuais

23/07 a 30/12

Exposição “Cidade Jacaranda”, com obras de Carlos Vergara & Zanini de Zanine, José Bechara, Afonso Tostes, Daniel Senise, Iole de Freitas, Vicente de Mello, Raul Mourão, Beth Jobim, Vik Muniz, Angelo Venosa, Arjan Martins,Paulo Vivacqua, Cabelo e Coletivo Organicidade  A mostra, que fica em cartaz durante todo o período dos jogos Olímpicos e Paralímpicos, até o dia 30 de dezembro, celebra o início da parceria entre a plataforma Jacaranda e a Cidade das Artes, com o objetivo de promover um panorama relevante da arte contemporânea brasileira...

Arte e Educação

14/09 a 28/02

O projeto socioambiental Horta das Artes é uma proposta de construção coletiva de saberes e experiências em um ambiente dinâmico e socialmente diverso Durante seis meses, trabalharemos juntos na ativação pedagógica de uma grande horta no jardim da Cidade das Artes...

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Programação Completa

Cidade Jacaranda | Ocupação Artística 23/07 a 30/12 Artes Visuais Exposição “Cidade Jacaranda”, com obras de Carlos Vergara & Zanini de Zanine, José Bechara, Afonso Tostes, Daniel Senise, Iole de Freitas, Vicente de Mello, Raul Mourão, Beth Jobim, Vik Muniz, Angelo Venosa, Arjan Martins,Paulo Vivacqua, Cabelo e Coletivo Organicidade. A mostra, que fica em cartaz durante todo o período dos jogos Olímpicos e Paralímpicos, até o dia 30 de dezembro, celebra o início da parceria entre a plataforma Jacaranda e a Cidade das Artes, com o objetivo de promover um panorama relevante da arte contemporânea brasileira.   “Nem todas as obras são inéditas, mas todas têm grande importância na produção individual de cada artista. As pinturas, esculturas e fotografias produzem cruzamentos poéticos entre elas mesmas e a arquitetura do prédio emblemático projetado por Christian de Portzamparc”, pontua José Bechara.   Jacaranda é uma plataforma crossmedia de divulgação da arte contemporânea brasileira. Desde 2014, o grupo vem realizando exposições e, em 2015, lançou a revista bilíngue com distribuição gratuita no circuito internacional de arte. No dia 18 de junho de 2016, inaugurou no bairro da Glória seu novo espaço com a exposição coletiva "Do clube para a praça", organizada pela crítica e curadora Luisa Duarte, com obras de 26 artistas.   “Jacaranda é uma idealização de artistas, produzida por artistas e que funda um lugar intelectual e físico que pretende servir a todos que contribuem para formar o que chamamos de mundo da arte”, explica José Bechara.                               [+] saiba mais Horta das Artes | Projeto de sensibilização socioambiental 14/09 a 28/02 Arte e Educação O projeto socioambiental Horta das Artes é uma proposta de construção coletiva de saberes e experiências em um ambiente dinâmico e socialmente diverso. Durante seis meses, trabalharemos juntos na ativação pedagógica de uma grande horta no jardim da Cidade das Artes. Trata-se de um programa de encontros semanais com abordagens criativas e didáticas, a partir de temáticas variadas. Ocupar a horta como um laboratório vivo significa vivenciar uma estação pedagógica interdisciplinar que deixará um belo legado para o bairro da Barra da Tijuca. Ou seja, vamos botar a mão na massa e semear bons frutos para o amanhã!   Será realizado um trabalho de nutrição do solo, recuperando suas condições férteis através do manejo ecológico e sustentável. A ideia é unir produtividade e biodiversidade em um sistema de plantio variado e integrado, aliando práticas de reflorestamento com produção de alimentos diversos. Ao trabalhar com a sucessão natural das espécies podemos experimentar diferentes consórcios de plantio, que vão desde o cultivo de temperos e legumes (de curto prazo) até espécies nativas das nossas florestas tropicais (de longo prazo).   O projeto é fruto da parceria entre a Fundação Cidade das Artes e o coletivo francês La SAUGE com o grupo HORTA NOSSA. Serão selecionados 30 (trinta) voluntários maiores de 13 anos, para juntos, construir e cuidar de uma horta urbana nos jardins da Cidade das Artes. Os interessados não precisam ter nenhuma relação com hortas ou projetos similares, o que vale é o desejo de aprender, trocar e multiplicar os conhecimentos adquiridos. Inclusive a ideia é justamente de formar um grupo bem heterogênio com jovens de todas as idades para compartilhar saberes.   A horta seria um suporte para introduzir aos voluntários diversas problemáticas ambientais concomitantes, tal como a questão alimentar, a ameaça à biodiversidade e a ocupação urbana. A equipe será formada por 2 (dois) monitores da La SAUGE e da HORTA NOSSA para acompanhar a cada seção o grupo de voluntários.   Serão 6 (seis) meses de concepção e acompanhamento com encontros acontecendo sempre às quartas-feiras, das 14h às 17h. Uma vez por mês o projeto receberá um especialista de uma área diferente para agregar conhecimento e informação.   Informações  - saladeleitura@cidadedasartes.org ou telefone 3325-0448   [+] saiba mais Precisamos falar sobre Shakespeare 04/11 a 16/12 Arte e Educação Como suas obras podem tão generosamente conversar com outras artes - como o cinema, o teatro, as artes plásticas – e ainda outros campos do saber – como a Filosofia, a História e a Psicologia - ao longo dos séculos?   Por tudo isso, Precisamos falar sobre Shakespeare.   Partindo da leitura de Rei Lear, os participantes estarão convidados ao debate crítico, explorando os diferentes aspectos que essa obra permite. Em relação à articulação da obra com outros campos de saber,  destacaremos a psicanálise.   Os encontros acontecem intercalados, uma sexta-feira sim outra não, na Sala de Leitura da Cidade das Artes das 16h às 18h.   Coordenadora: Lísia Filgueiras, psicanalista Mestre em Pesquisa e Clinica em Psicanálise pela UERJ; Psicóloga formada pela UFRJ; Jornalista formada em Comunicação Social pela UFRJ.        [+] saiba mais 1 Interlocuções | Contos do inconsciente - O despertar da estranheza no leitor 11/11 a 09/12 Arte e Educação "A criação literária é o sonhar acordado". Freud considerou Hoffman "o mestre inigualável do estranhamento inquietante na criação literária", impregnado de Hoffman, incorporou-o no que diz respeito ao estranho-familiar (unheimlich). Para 2016 propomos cotejar a obra desses dois escritores literários; em continuidade abordaremos o conto de Stefan Zweig "vinte e quatro horas na vida de uma mulher", e finalizaremos com Lacan e Marguerite Duras em "O deslumbramento de Lol V. Stein".   A proposta é ler em grupo e em voz alta, alguns textos de Hoffman, Freud, dentre outros autores para abordar à luz da psicanálise, os temas sedução e desejo.   Coordenação: Marília Flores e Gilda Pitombo.   Os encontros acontecem intercalados, uma sexta-feira sim outra não, na Sala de Leitura da Cidade das Artes das 16h às 18h.       [+] saiba mais Festival de Teatro do Rio 07/12 a 17/12 Teatro PROGRAMAÇÃO GRATUITA   Dia 7 de dezembro - Cidade das Artes - 21h Estamira - beira do mundo   SINOPSE: Uma catadora de lixo, doente mental crônica e com uma percepção do mundo surpreendente e devastadora que faz provocações profundas sobre os modos de vida e a organização da sociedade. A peça não só é um documentário sobre Estamira, mas também um depoimento pessoal e artístico de Dani Barros, que reconheceu na história da personagem da vida real retratada no filme de Marcos Prado parte da sua experiência pessoal. O pano de fundo da história é o lixão, porta pela qual adentramos o universo de Estamira, onde são encontradas cartas, memórias e histórias que não se podem jogar fora. DURAÇÃO: 75 minutos CLASSIFICAÇÃO 12 ANOS   GRUPO: Momoenddas Produções Artisticas (Rio de Janeiro-RJ) TEXTO: Danielle Barros e Beatriz Sayad (incluindo trechos de: Ana Cristina Cesar, Antonin Artaud, Estamira Gomes de Souza, Manoel De Barros, Michel Foucault e Nuno Ramos) DIREÇÃO: Beatriz Sayad ELENCO: Dani Barros DESIGN DE LUZ: Tomás Ribas CENÁRIO: Aurora Dos Campos (com colaboração de Beatriz Sayad e Dani Barros) FIGURINO: Juliana Nicolay DIREÇÃO MUSICAL: Fabiano Krieger e Lucas Marcier ASSISTENTE DE DIREÇÃO: Marina Provenzzano PREPARAÇÃO CORPORAL: Georgette Fadel PREPARAÇÃO VOCAL: Luciana Oliveira INTÉRPRETE DO FADO: Soraya Ravenle PREPARADOR VOCAL DE SORAYZ RAVENLE: Felipe Abreu OPERADOR DE LUZ E CONTRA-REGRA: Sandro Lima OPERADOR DE SOM E MICROFONISTA: João Mattos BONECA: Getúlio Damado ASSISTENTE DE CENOGRAFIA: Camila Cristina COSTUREIRA: Cleide Moreira COLABORADORA: Ana Achcar COORDENAÇÃO GERAL: Dani Barros REALIZAÇÃO: Momoenddas Produções Artísticas   Dia 8 de dezembro - Cidade das Artes - 21h Curral Grande   SINOPSE: Quatro atores revisitam o fato histórico da existência de Campos de Concentração no Nordeste dos anos 30 e revezam-se entre mais de 40 personagens para contar esta história de maneira lúdica e dinâmica. DURAÇÃO: 70 minutos CLASSIFICAÇÃO 12 ANOS   GRUPO: Coletivo Ponto Zero (Rio de Janeiro-RJ) TEXTO: Marcos Barbosa DIREÇÃO: Eduardo Machado ELENCO: Brisa Rodrigues, Brunna Scavuzzi, Carlos Darzé e Lucas Lacerda DIREÇÃO MUSICAL: Pedro Maia e Ricardo Borges CENOGRAFIA: Eric Fuly e Eduardo Machado FIGURINO: Coletivo Ponto Zero MODELISTA: Suely Gerhardt ILUMINAÇÃO: Elton Pinheiro OPERAÇÃO DE LUZ: Elton Pinheiro/Jessica Lamana OPERAÇÃO DE SOM: Miguel Araújo IDEALIZAÇÃO E PRODUÇÃO: Coletivo Ponto Zero COPRODUÇÃO: Geovana Araujo Marques FOTOGRAFIA: Ricardo Borges e Marília Cabral PROGRAMAÇÃO VISUAL: Uriel Bezerra     Dia 9 de dezembro - Cidade das Artes - 21h Caravana de Sonhos   SINOPSE: Mescla de Comédia Dell’Arte com cultura nordestina, conta a história de Totó Caldeiras, o galã bonitão e poderoso, apaixonado pela esposa Juliet Stone, que gosta mesmo é do poeta Chicório Melôncio, que foi se apaixonar por uma hippie que vive em alfa e cai de amores por Chiquinho Gago, filho de Totó e Juliet e morre de encantos por Tininha, apaixonada em Ralé Malandro, um liso danado louco em Despirocada, empregada desbocada de Totó e Juliet. E é aí que vem o babado: Despirocada é apaixonada, doidinha daquelas paixões de dar fogo no faniquito, adivinhe por quem? Pelo próprio patrão! DURAÇÃO: 80 minutos CLASSIFICAÇÃO 16 ANOS   GRUPO: Arte em Cena (Volta Redonda – RJ) TEXTO: Stael de Oliveira e Nei Rafael DIREÇÃO: Stael de Oliveira ASSISTENTE DE DIREÇÃO: Nei Rafael ELENCO: Akauã Santos, Cássio Duque, Douglas Parreira, Fábio Lacerda, Isabela Oliveira, Lucas Monteiro, Paula Monteiro e Rebeca Monteiro TRILHA SONORA: Sérgio Bentes ILUMINADOR: Caverninha OPERADOR DE LUZ: Lucas Oliveira SONOPLASTIA: Thales Ribeiro OPERAÇÃO DE SOM: Thiago Ribeiro   Dia 10 de dezembro - Cidade das Artes - 21h Mercedes   SINOPSE: Fruto de uma linguagem de pesquisa afro fisicalizada, o espetáculo aborda a vida de Mercedes Baptista, primeira bailarina negra a compor o corpo de baile do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e principal percussora da dança afro-brasileira pelo mundo. O universo da ficção submete um retorno às expressões afro-brasileiras, através da apresentação de uma narrativa em torno da construção da identidade negra na dança brasileira, contada a partir de fatos reais e fictícios da vida da personagem título. A peça mergulha na história dessa personalidade, que atingiu lugar de prestígio no Brasil e no Mundo, a partir de uma visão poético-corporal das danças de matriz negra e folclóricas do Brasil. DURAÇÃO: 70 minutos CLASSIFICAÇÃO 12 ANOS GRUPO: EMÚ (Rio de Janeiro-RJ) Dia 10 de dezembro – (local e horário?) TEXTO: Sol Miranda E Cássio Duque DIREÇÃO: Juracy de Oliveira e Thiago Catarino SUPERVISÃO DE DIREÇÃO: Fabiano de Freitas ELENCO: Ariane Hime, João Paulo Alves, Paula Pardon, Reinaldo Junior, Sol Miranda, Tatiana Henrique e Tuany Zanini DIREÇÃO MUSICAL: Sérgio Pererê ILUMINAÇÃO: Paulo César Medeiros TRILHA ORIGINAL: Kadú Monteiro e Sérgio Pererê CENÁRIO: Juracy de Oliveira e Adriano Farias BAILARINOS: Renata Araújo, Priscila Lúcia, Evandro Machado, Felipe Araújo e Diogo Nunes PERCUSSÃO: Léo Carvalho VIOLONCELO: Raquel Terra PIANO: Rafael Motta FLAUTA: Chico Brum ILUMINADOR DE CENA: Hebert Said     Dia 11 de dezembro - Cidade das Artes - 18h PEÇA: Amor,te SINOPSE: Sobre amor, sobre morte e sobre nós mesmos. Amor, te. reúne histórias e os conflitos que carregam as relações a dois. DURAÇÃO: 60 minutos CLASSIFICAÇÃO 16 ANOS   GRUPO: Teatro Vírgula (Rio de Janeiro-RJ) TEXTO: Teatro Vírgula DIREÇÃO: Pedro Struchiner ELENCO: Akauã Santos, Ana Karenina Riehl, Ana Luiza Fabião, Carol Vilela, Fabio Alavez, Katiuscia Dantas, Luan de Almeida, Luis Gustavo Soares, Natali Barbosa e Talita Bildeman TRILHA SONORA ORIGINAL (ao vivo): Gabriel Ballesté CENOGRAFIA: Alice Cruz ASSISTENTE DE CENOGRAFIA: Lina da Hora FIGURINO: Luisa de Oliveira ILUMINAÇÃO: Pedro Struchiner ACOMPANHAMENTO TEÓRICO: Candida Sastre e Sandro Melo PREPARAÇÃO CORPORAL: Laura Collor VISAGISMO: Talita Bildeman e Ana Karenina Riehl PROJETO GRÁFICO: Sandro Melo   Dia 14 de dezembro - Cidade das Artes - 21h Se vivêssemos em um lugar normal   SINOPSE: Adaptação teatral da obra literária homônima do escritor mexicano Juan Pablo Villalobos. A história narra a saga de Orestes, um dos sete filhos de uma família cujo pai é um professor de educação cívica, mestre em propagar todo tipo de impropérios, e a mãe, uma típica personagem de dramas mexicanos. Dentro da “caixa de sapato”, apelido que a família dá a casa em que vivem, no morro da "Puta que pariu", o protagonista tenta entender sua situação econômica e mudar o curso de sua própria sorte. De uma narrativa cômica, dinâmica e irônica, essa tragicomédia resultará em uma encenação deliciosamente subversiva. DURAÇÃO: 60 minutos CLASSIFICAÇÃO 14 ANOS   GRUPO: Cia Teatral Milongas (Rio de Janeiro-RJ) TEXTO: Juan Pablo Villalobos (adaptação Roberto Rodrigues) DIREÇÃO e ATUAÇÃO: Roberto Rodrigues SONOPLASTIA: Matheus Rebelo DIREÇÃO DE MOVIMENTO: Maria Celeste Mendozi DIREÇÃO VOCAL: Jane Celeste ARTISTAS COLABORADORES: Breno Sanches, Hugo Souza, e Matheus Rebelo TRILHA SONORA: Victor Hora FIGURINO: Bruno Perlato ILUMINAÇÃO: Adriana Milhomem FOTOGRAFIA: Renan Lima e Thiago Cristaldi DIVULGAÇÃO: Lyvia Rodrigues PRODUÇÃO: Pagu Produções Culturais REALIZAÇÃO: Cia Teatral Milongas   Dia 15 de dezembro - Cidade das Artes - 21h BORRA   SINOPSE: Oito personagens que têm seus destinos cruzados dentro de uma cela. A sobrevivência é a única regra em um mundo protegido pelas grades do sistema carcerário. Esta montagem provoca um discurso a partir das imagens simbólicas de oprimido e opressor: os presos que estabelecem uma ordem dentro da cela, o sistema carcerário que estabelece uma ordem dentro da prisão, a justiça que estabelece uma ordem no sistema, o governo que instaura a sua justiça e a sociedade que compactua, mostrando um sistema frágil em todas as suas relevâncias. Livremente inspirada na obra de Plínio Marcos. DURAÇÃO: 60 minutos CLASSIFICAÇÃO 16 ANOS   GRUPO: Trupe Investigativa Arroto Cênico / Confraria de Teatro Nau dos Loucos (Nova Iguaçu-RJ) TEXTO: Rodrigo de Lima Pinto DIREÇÃO: Marcos Covask ELENCO: Alessandro Salgueiro, Beto Monteiro, Eric de Moraes, Erick Galvão, Eudes Cabral, Felipe Carreiro, Jonathan Silva, Luiz Machado, Marlon Souza, Pablo Pereira, Ygor Lima ILUMINADOR: Bruno Henrique Caverninha CENÁRIO: Roniere Souza e Marcos Covask FIGURINOS: Marcos Covask CONTRAREGRA: Virgínia Adler e Ronaldo Peres Cognato PRODUÇÃO: Camila Curty e Rafael Fonseca   Dia 16 de dezembro - Cidade das Artes - 21h Em um lugar chamado Lugar Nenhum   SINOPSE: Uma história de amor que mistura fábula e realidade e busca inspiração na literatura de cordel. Em 1950, num vilarejo longínquo chamado “Lugar Nenhum” pouco tempo tinha desde a chegada do maior meio de comunicação na cidade - o Rádio. Através dele, os pacatos cidadãos daquele local tomam conhecimento do mundo. Sem que percebam, seja para o bem ou para o mal, esse aparelho moderno vira de ponta cabeça a vida de um jovem casal que estava fadado a se conhecer, casar, trabalhar, ter filhos e só. DURAÇÃO: 80 minutos CLASSIFICAÇÃO 12 ANOS   GRUPO: Raiz (Rio de Janeiro-RJ) TEXTO: Agatha Duarte DIREÇÃO: Rogério Fanju ELENCO: Agatha Duarte, Daniel Carneiro e Samuel Paes de Luna CENÁRIO: José Dias PROJETO DE ILUMINAÇÃO E DESIGN DOS GOBOS: Leyza Vidal ILUMINADOR ASSISTENTE: Luiz Oliva OPERADOR DE LUZ: Romiro Vasquez OPERADOR DE SOM: Rogério Fanju DIREÇÃO DE MOVIMENTO: Sandra Prazeres FIGURINOS: Daniele Geammal ASSISTENTE DE FIGURINO: Lu Ribeiro MODELISTA: Maria Amélia da Silva COSTUREIRA: Conceição Teixeira Faria DIREÇÃO MUSICAL E TRILHA ORIGINAL: Roberto Bahal FOTOGRAFIA: Robson Sanchez PROGRAMAÇÃO VISUAL: Johnny Ferro IDEALIZAÇÃO: Agatha Duarte e Rafael Canedo AUTOR DO POEMA “Paisagem de Interior”: Jessier Quirino CONTRARREGRA: José Pereira PRODUTOR: Rafael Canedo   Dia 17 de dezembro - Cidade das Artes - 17h30 Terrabatida   SINOPSE: Nordeste-Sul. Bahia-Rio de Janeiro. Canudos-Periferia. Terrabatida – Reminiscência de Canudos é um espetáculo que parte da pesquisa das xilogravuras do artista plástico Adir Botelho para compor quadros imagéticos acerca da Guerra de Canudos. Durante o processo de pesquisa, foi percebido que atualmente há outra guerra se travando: nos morros e favelas com os quais a geografia carioca nos permite topar a cada virada de esquina, a cada cruzamento atravessado. Que similaridades e semelhanças podem (re)unir Bahia e Rio de Janeiro num mesmo panorama político, seja ele de outro século ou do atual? DURAÇÃO DO ESPETÁCULO: 60 minutos CLASSIFICAÇÃO 12 ANOS   GRUPO: Cia. Plúmbea (Rio de Janeiro-RJ) TEXTO: Ana Cecilia Reis e Paulo Barbeto DIREÇÃO: Ana Cecilia Reis ELENCO: Ana Cecilia Reis e Paulo Barbeto CENÁRIO E ILUMINAÇÃO: Raphael Vianna ASSISTÊNCIA DE DIREÇÃO, PESQUISA MUSICAL E OPERAÇÃO DE SOM: Pedro Martins SUPERVISÃO DE MOVIMENTO: Mariana Pimentel FIGURINOS E ADEREÇOS: Marilia Borges WORKSHOP DE PASSINHO: Luan de Almeida e Victor Pinto ORIENTAÇÃO TEÓRICA: André Gardel PESQUISA BIBLIOGRÁFICA: Marcos Melo GRAVAÇÃO, MIXAGEM E EDIÇÃO DE SOM: Alexandre Rabaço (Aura Mix&Master) DESIGN GRÁFICO: Rodrigo Domit FOTOGRAFIA E VÍDEO: Sete Cores Filmes e João Lima OPERAÇÃO DE LUZ: Fernanda Almeida MÚSICAS E VOZES EM OFF: “A invenção do Nordeste” e “Memória” - Samuel Paes de Luna “Carta de Belo Monte” - César Júnior, Cleilson Queiroz, Endi Vasconcelos, Juliana Linhares, Katiúscia Dantas, Marianna Chaves e Weslley Fontenelle “Funk de Antônio Conselheiro” - Blackyva “Tempo de murici” - Juliana Linhares (banda Pietá) e Nação Zumbi “Encruzilhada” - Jefferson Gonçalves PRODUÇÃO: Cia. Plúmbea   Sujeito à lotação. [+] saiba mais 1 Academia Jovem Concertante 08/12 Música Em quatro anos de atividades, projeto dirigido por Simone Leitão apresenta pela primeira vez repertório romântico   No dia 8 de dezembro, o projeto Academia Jovem Concertante, criado e dirigido pela pianista Simone Leitão, se apresenta aqui na Grande Sala da Cidade das Artes. Em seguida segue para Búzios, com apresentação no dia 10, na Praça Santos Dumont, e encerra as atividades de 2016 no dia 11 de dezembro, com concerto no Palácio de Cristal, em Petrópolis.   Para está etapa foram selecionados 45 jovens que participarão de um intenso período de ensaios do dia 3 a 8 de dezembro, regidos pelo violinista e maestro Daniel Guedes.   De acordo com a proposta acadêmica da Academia Jovem Concertante, convidamos o clarinetista e professor da Escola de Música do Porto, Nuno Pinto para trabalhar especificamente os sopros. Será oferecida masterclass de clarineta, durante o período de trabalho na Cidade das Artes, ministrada pelo músico português.   Programa   M. C. GUARNIERI (1907 - 1993)   Abertura Concertante   A. DVORAK (1841 - 1904) Sinfonia no. 8 em Sol Maior op. 88   S. RACHMANINOFF (1873 - 1943) Concerto no. 2 para piano e orquestra em dó menor op. 18   Notas do programa   A obra brasileira será do grande compositor paulista e pai da primeira escola brasileira de composição: Mozart Camargo Guarnieri (1907 - 1993). Abertura Concertante foi composta em 1942 em homenagem ao compositor americano Aaron Copland. É uma obra vigorosa rica em nuances. Dividida em três seções com a forma ABA que pode ser vista igualmente como um Allegro de Sonata. Esta sua obra funciona como um prelúdio para sua obra sinfônica, demonstrando sua maturidade e maestria na arte da composição. A 8ª Sinfonia do compositor Bohemio, Antonin Dvorak (1841 - 1904) composta em 1888, com forte enfase em melodias folclóricas como material base da composição. São quatro movimentos e a obra exige muito de cada músico, e a orquestra terá a oportunidade de mostrar toda sua habilidade, virtuosismo e lirismo.   O Concerto no. 2 para piano e orquestra do Russo Sergei Rachmaninoff (1873 - 1943), é provavelmente um dos concertos mais tocados em todo o mundo e o preferido absoluto do público. Foi composto em 1901 e dedicado ao psiquiatra do compositor que o guiou a sair de uma depressão que durou quase 5 anos. Essa foi a obra que o consagrou como compositor. Exige muito do pianista solista, mas os diálogos com a orquestra são material de primeira para trabalhar a musicalidade em grupo dos jovens e a colaboração dentro do idioma romântico.   Academia Jovem Concertante   A AJC estreou em 2012 com uma turnê que percorreu sete estados brasileiros. Com um trabalho intensivo de repertório orquestral variado, o projeto visa preparar o jovem músico para ser integrante de orquestras importantes do país. Por ser itinerante, o objetivo é levar a música sinfônica para lugares e espaços pouco explorados por essa forma de arte. Além disso, existe um grande enfoque no repertório da música de câmara, e os músicos têm a oportunidade de se apresentar em concertos didáticos.   Academia busca o formato inédito da itinerância e de constante renovação para promover um intercambio entre jovens estudantes de diferente regiōes e realidades sociais. A segunda missão é a formação de plateia: 60% dos concertos são gratuitos em praças públicas e espaços inusitados como canteiros de obra. É importante frisar que Academia Jovem Concertante não é uma orquestra de formação, e atende como um laboratório/estágio, pois os “acadêmicos" devem estar no nível de pré-inserção no mercado de trabalho.   Simone Leitão   "Leitão, was the capable, note-perfect soloist." Lawrence Budmen, Miami Herald 2009. "Técnica impressionante e um dedilhado cheio de vitalidade." Ayache, São Paulo 2013. "Técnica fluente, paixão, precisão, controle infalivel. Uma artista nata." Harry Rolnick, Nova York 2015.   Com uma carreira ativa como recitalista, camerista e solista de orquestras nas Américas, Europa e Ásia, Simone Leitão é uma das mais atuantes pianistas brasileiras. A artista é conhecida por sua performance intensa, ampla capacidade técnica, forte direção rítmica e personalidade, mas também vem ganhando notoriedade por divulgar a música clássica brasileira no exterior através do projeto Brasil Classical Series e por idealizar programas culturais e sociais que “popularizam” a música erudita no Brasil, como a Academia Jovem Concertante e a Semanas Internacional de Música de Câmara do Rio de Janeiro e de Belo Horizonte.   Simone possui D.M.A. (Doctor of Musical Arts) em Piano Performance e História da Música pela Universidade de Miami (Estados Unidos), Mestrado pela NorgesMusikkhögskole (Academia de Música da Noruega, Oslo) e Bacharelado em Música pela Uni-Rio. Sua tese de doutorado foi sobre Momoprecoce para piano e orquestra de Villa-Lobos. [+] saiba mais 1 ​​Psicanálise e Literatura – Imre Kertész e o desterro humano 09/12 Arte e Educação Procurarei demonstrar, em diálogo com a experiência clínica, que a obra literária de Imre Kertész, escritor Húngaro, sobrevivente de Auschwitz e Prêmio Nobel de Literatura de 2002, traz uma rica e profunda contribuição para o campo da psicoterapia, em especial, para a compreensão de um dos fenômenos que identifico estar massivamente presente na prática psicoterápica contemporânea, qual seja, a questão do que chamo desterro humano. Por desterro humano não me refiro ao exílio provocado por migrações decorrentes de guerras e/ou situações político/econômico/sociais calamitosas, como as que se tornaram uma das maiores catástrofes humanas deste início de século XXI. Ao falar de desterro humano me refiro a uma série de sentimentos e comportamentos vividos pelo indivíduo, originados por sensações de não ter vínculo com o humano e de não pertencimento: a si mesmo, a seu corpo, à família, à comunidade, ao país e, em casos mais extremos, não se sentem pertencentes à própria raça humana. Abordarei meu entendimento de que a questão do desterro humano está diretamente relacionada à busca incessante pela identidade e à importância fundamental do outro para a constituição do si-mesmo. Irei expor minha hipótese de que o desterro humano não é da ordem da psicopatologia - ainda que possa estar mais visivelmente presente nesse ou naquele quadro nosográfico -, mas, isto sim, é uma questão inerente à natureza humana, à condição humana e à própria ontologia do Ser.   José Alberto Cotta Pós-Doutorando - Departamento de Psicologia Clínica Instituto de Psicologia - USP ​ [+] saiba mais Camerata de Violões 10/12 Música Camerata de Violões   “Suítes do Brasil” Álbum independente comemora os 20 anos do octeto de cordas   O violão, instrumento que circula em variados estilos musicais, aproximando gerações, recebe tratamento especial no terceiro álbum da Camerata de Violões, “Suítes do Brasil” (independente), nos convidando a fazer uma homenagem à música brasileira através de ritmos que foram criados no Brasil e que caracterizam a música de seu povo. O disco celebra os 20 anos da Camerata que interpreta no concerto o repertório do cd.   A partir das diversas possibilidades do violão, a Camerata revisita cinco compositores. São eles: Nicanor Teixeira (baiano, 1928), um dos nossos grandes mestres; Garoto (paulista, 1915-1955), gênio das cordas brasileiras; Rogério Borda (carioca, 1964), integrante da Camerata reconhecido pela sua ampla experiência em compor para grupos de cordas dedilhadas; Ernesto Nazareth (carioca, 1863-1934), pianista cuja obra é considerada como síntese da música brasileira urbana desde princípios do século XX; e Gaetano Galifi (italiano, 1949), radicado no Rio de Janeiro desde os 20 anos e ex-integrante da Camerata, este dedicado violonista apresenta em suas composições, novos recursos expressivos para o instrumento. A sonoridade de “Suítes do Brasil” chama atenção para os diferentes timbres do instrumento. Além das melodias e acompanhamentos, existem as polifonias entre as vozes e sua relação com elementos percussivos, que fazem pulsar o corpo em sintonia com cada música. O título se explica pelo repertório formado por suítes originais (ou obras ordenadas desta maneira).   Formada por Adriano Furtado, Artur Gouvêa, Eduardo Gatto, Elodie Bouny, Fábio Nin, Luciano Camara, Valmyr de Oliveira e Rogério Borda, a Camerata de Violões registra neste disco, com elegância e de maneira sutil, a riqueza sonora do Brasil, reunindo alguns dos nossos mais importantes gêneros musicais.     CAMERATA DE VIOLÕES O octeto de violões nasceu em 1996, numa reunião de professores do Conservatório Brasileiro de Música e ganhou espaço no cenário musical com vibrantes interpretações de um repertório brasileiro de altíssima qualidade. O primeiro CD, “Camerata de Violões do Conservatório Brasileiro de Música”, lançado em 2001, recebeu referências elogiosas da crítica especializada nacional e internacional. A revista inglesa Classical Guitar, por exemplo, referiu-se ao conjunto como “uma orquestra de violões que produz um som deslumbrante”. Com apresentações em diversos estados brasileiros, a Camerata de Violões vêm conquistando a admiração do público e de grandes músicos como Hermeto Pascoal, que já dedicou uma composição inédita ao grupo. O segundo disco, “Camerata de Violões”, foi indicado ao GRAMMY 2009 na categoria Melhor Álbum Instrumental.   Crédito: Mônica Ramalho [+] saiba mais 1 Horta das Artes - Oficina 10/12 Arte e Educação O projeto “Horta das Artes”, que está desenvolvendo uma horta urbana nos jardins da Cidade das Artes, irá realizar uma oficina para crianças. A ideia é ensinar um pouco sobre diferentes técnicas de cultivo, apresentar a horta, mostrar um pouco do que já foi plantado e realizar um plantio prático reutilizando o coco como vasinho de plantas.    30 vagas  Inscrições 3325-0448 ou pelo e-mail saladeleitura@cidadedasartes.org   [+] saiba mais Cidade Jacaranda Pequenos Formatos: Dimensão e Escala 10/12 a 29/01 Artes Visuais Exposição Cidade Jacaranda | Pequenos Formatos: Dimensão e Escala   "Essa exposição configura-se, visto a quantidade e qualidade de obras, num panorama visual de fôlego das artes visuais brasileiras e, portanto, num importante estudo sobre as produções multifacetadas desses artistas". Felipe Scovino   AFONSO TOSTES ANA HOLCK ANTONIO DIAS ARJAN MARTINS BARRÃO CARLOS VERGARA CABELO DAISY XAVIER DANIEL SENISE ELIZABETH JOBIM EVERARDO MIRANDA GABRIELA MACHADO JOSÉ BECHARA JOSÉ RESENDE MARCONE MOREIRA MARIA LAET MARIANA MANHÃES MARIA NEPOMUCENO PAULO VIVACQUA RAUL MOURÃO TOMÁS RIBAS VICENTE DE MELLO WALTERCIO CALDAS   [+] saiba mais 1 Palestra | Shakespeare: as personagens femininas nas tragédias 16/12 Arte e Educação   Os projetos “Precisamos Falar sobre Shakespeare”, com coordenação de Lisia Filgueiras, e “Interlocuções: Psicanálise e Literatura”, com coordenação de Gilda Mesquita e Marília Flores, propõem como atividade complementar a palestra com Prof.  Dr. Leonardo Berenger Carneiro. A palestra visa proporcionar a oportunidade de que um maior público tenha acesso às atividades desenvolvidas na Cidade das Artes, além de enriquecer nossos estudos e leituras. Além disso, o tema está  integrado às discussões que vêm sendo propostas ao longo deste semestre, nos dois projetos citados.     Sobre o palestrante Leonardo Bérenger Carneiro é doutor em Interdisciplinar Lingüística Aplicada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2014). Atualmente é professor do Departamento de Letras da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), e coordenador de pesquisa do CESh (Centro de Estudos Shakespearianos). Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Literatura Inglesa e Literatura Norte-Americana, com interesse particular no Teatro de William Shakespeare.  [+] saiba mais Natal na Cidade das Artes | De Portas Abertas 17/12 Outros UM DIA INTEIRO DE PROGRAMAÇÃO GRATUITA    Para celebrar a chegada do Natal e o encerramento da programação 2016, a Cidade das Artes oferece ao público um dia inteiro de atividades totalmente gratuitas.  Portas Abertas ocupará todos os espaços da Cidade das Artes de 10h às 22h e contará com várias atividades e espetáculos.    Teatro, Dança, Música, Literatura e Artes Visuais   UMA PROGRAMAÇÃO PARA TODAS AS IDADES   Abertura do dia - Grupo Céu na Terra - Praça   10h - Tapetes Contadores de Histórias  Duração: 50min Classificação:  a partir de 3 anos Há 18 anos, o grupo Os Tapetes Contadores de Histórias produz sessões de histórias, espetáculos, oficinas e exposições interativas a fim de despertar o gosto das crianças e jovens pelas artes e pela leitura. Coordenado por Cadu Cinelli e Warley Goulart, o grupo cria e se utiliza de tapetes, malas, aventais, caixas e livros de pano como cenários de contos autorais e populares de origens diversas. 10h às 12h - Oficinas de Natal - Cristiana Queiroga    Fabriquinha de brinquedos artesanais, enfeites de Natal e biscoitinhos de gengibre. Criação do presépio em argila e da árvore de Natal decorada com dizeres, desejos e enfeites. Pipas, Nautemodelismo, danças de roda e muita brincadeira!   11h - O Tratado da Senhora Clap - Francisco de Abreu  Duração: 1h Classificação Indicativa: a partir 7 anos Uma conferência sobre a Arte de Bater Palmas é interrompida com a aproximação de um perigo iminente. Diante disso, um grupo de aplausologistas decide reviver artisticamente os princípios do célebre tratado escrito por sua mestra, a Senhora Clap, e recrutam o público para mergulhar neste incrível estudo. O Tratado da Senhora Clap é uma peça inspirada na premiada obra da autora portuguesa Marta Duque Vaz, A Senhora Clap e o Mundo na Palma das Mãos. Ela conta a história de uma adorável personagem que investiga uma nova área do saber: a "aplausologia", isto é, a arte de bater palmas em situações alegres ou tristes. Para a Senhora Clap, esse pequeno gesto é capaz de produzir uma enorme magia.   12h - Roda de Criança "Viajando pelo Brasil" - Grupo Céu na Terra  Duração: 1h Classificação Indicativa: Livre O Roda de Criança é formado por Daniel Fernandes, Vânia Santa Roza e Péricles Monteiro, integrantes do Núcleo de Cultura Popular Céu na Terra e ligados intimamente as tradições populares do estado do Rio de Janeiro e de todo o Brasil. O espetáculo “Roda de Criança” é uma grande celebração das festas, ritmos e danças de nossa Cultura Popular Brasileira. Dentre os folguedos apresentados, originários de todo o Brasil, encontramos a catira, o fandango, as toadas de boi, o cacuriá, o maracatu, o galope, as modas de viola e as cirandas. O espetáculo conta ainda com bonecos como o Boi, o Cavalinho, o Guará e o Jaraguá, entre outros. O público infantil participa ativamente das brincadeiras aprendendo de forma alegre e divertida sobre nossa cultura.   14h - Coral Chorus Lux ACIJA - Paulo da Hora, regente   Duração: 1h Classificação Indicativa: Livre   O Chorus Lux, foi criado em 2010 pelos  maestros Paulo da Hora e D’Paula, ambos diretores da cooperativa de arte e cultura (Coopicarc), sediada em Niterói. Sua estreia se deu em 17 de setembro de 2011, no Encontro de Corais na Rio previdência, em Vila Izabel. Desde o início dos ensaios até a estreia, sua formação sofreu várias modificações. Este fato justifica o longo tempo de preparação. Embora o sonho tenha surgido de pessoas ligadas à uma Cooperativa, o Chorus Lux, surge de forma independente, e como um coro de um potencial técnico promissor, por contar com pessoas de larga experiência em Canto Coral, das Cidades de Niterói, Teresópolis, Maricá, Araruama e Rio de Janeiro. O Chorus/ACIJA tem como meta levar o belo para a nossa Sociedade criando,com isto, uma atmosfera de PAZ.    Um pouco do repertório | Canção da América,Caminho das Águas, Aya Ngena,Bom Natal,A Canção dos Sinos, dentre outros.    14h30 - Pastoril - Grupo Céu da Terra  Duração: 1h Classificação Indicativa: Livre O Pastoril do grupo Céu na Terra, comemora nesse ano 16 anos ininterruptos de atuação no espaço público, celebrando as origens das festas natalinas e narrando de forma original e lúdica o mito do sagrado nascimento de Jesus. O Pastoril Céu na Terra é uma encenação de três jornadas vividas pelas pastoras e demais personagens até a lapinha, nascedouro do menino-Deus, mesclando elementos de festas brasileiras como pastoris, pastorinhas, lapinhas, folias de reis e reis de bois para narrar a história do sagrado nascimento.   15h às 18h - Oficinas de Natal - Cristiana Queiroga    Fabriquinha de brinquedos artesanais, enfeites de Natal e biscoitinhos de gengibre. Criação do presépio em argila e da árvore de Natal decorada com dizeres, desejos e enfeites. Pipas, Nautemodelismo, danças de roda e muita brincadeira!   15h30 - Leitura da peça "UBU REI" - com Marco Nanini e Rosi Campos    "Ubu Rei" de Alfred Jarry; um dos mais emblemáticos textos da dramaturgia contemporânea. A estreia de "Ubu Rei" (França, 1896) marca o início do teatro de vanguarda e se destaca historicamente por apresentar inovações que o teatro de sua época não praticava. Uma comédia popular e de alta categoria artística.   Texto Alfred Jarry Adaptação Leandro Soares Direção Daniel Herz   Com Marco Nanini Atriz Convidada Rosi Campos Elenco Cia. Atores de Laura Ana Paula Secco, Charles Fricks, Leandro Castilho, Marcio Fonseca, Paulo Hamilton e Verônica Reis   16h - Orquestra de Barra Mansa - Nilton Soares, regente    Foi criada em 2005 no âmbito do Projeto Música nas Escolas de Barra Mansa, no sul fluminense por Vantoil de Souza, diretor artístico. Recebe calorosos aplausos em suas apresentações nas principais salas de concerto do país e vem se desenvolvendo através de uma programação audaciosa de repertório em que explora os grandes mestres da música universal, se estende aos nomes fundamentais da música sinfônica nacional, assim como realiza a estreia de novas obras.  É reconhecida por sua versatilidade ao atuar com nomes da música popular de João Bosco a Milton Nascimento, e acompanhar importantes companhias de balé como o Bolshoi, o Mariinsky e Balé do Teatro Alla Scala de Milão.   Programa   ANTONÍN DVOŘÁK (1841-1904) Sinfonia Nº. 9 em Mi menor Op. 95 (43´)   1. Adagio, Allegro Molto 2. Largo 3. Scherzo: Molto vivace 4. Allegro con fuoco   ARTURO MÁRQUEZ (1950) Danzon nº 2 (9´)   PAUL JENNINGS (1961) Celebração de Natal (5’)   1. Alegria para o mundo 2. Aconteceu numa noite clara 3. Adeste Fideles   17h  Lucas Gonçalves e Lucas Thomazinho, solistas - V Concurso Internacional  BNDES de Piano 2016  Duração: 1h Classificação Indicativa: Livre   Programa  Lucas Gonçalves Camargo Guarnieri      Choro Torturado  Chopin                       Estudo em lá menor op. 25 nº4  Chopin                       Sonata nº3 em si menor op.58   Lucas Thomazinho   Camargo Guarnieri      Toccata (ou outra opção de obra brasileira, na mesma ninutagem) Liszt                          Estudo Transcendental nº5 em Si bemol Maior, 'Feux Follets' Liszt                          Apès une Lecture du Dante 'Fantasia quase Sonata'   18h -  Fernanda Montenegro em "Nelson Rodrigues por ele mesmo" - Leitura dramatizada, a partir do livro de Sônia Rodrigues. Duração: 1h Classificação Indicativa: 14 anos   Leitura dramatizada “Nelson Rodrigues por ele mesmo”, que será feita, neste dia, por um dos principais nomes da dramaturgia brasileira: Fernanda Montenegro. Em cena, a atriz lê e conversa com a plateia sobre seus sete anos de convívio com o autor. O trabalho é baseado em livro homônimo de Sônia Rodrigues, filha dele, que reuniu crônicas não publicadas de seu pai.   Vale lembrar que a relação de Fernanda com Nelson era muito forte.  Fernanda teve uma ligação de sete anos de trabalho, amizade e admiração pelo Nelson. Foi a pedido dela que ele escreveu “O Beijo no Asfalto”, peça encenada pela atriz em 1961. Também a pedido da atriz, ele escreveu “Toda Nudez será Castigada”, de 1965, e “A Serpente”, de 1978. A estreia nos cinemas de Fernanda foi em 1964, justamente com o filme adaptado de peça de Rodrigues “A Falecida”, com direção de Leon Hirszman. Ela ainda atuou em nas novelas “Pouco Amor Não É Amor” e “A Morta Sem Espelho”, ambas de Nelson Rodrigues.     18h - Orquestra Voadora "O voo do menino pássaro"    A Orquestra Voadora nasceu nas ruas do carnaval carioca, inovou o conceito das bandas de fanfarras no Brasil, modernizando o repertório e os arranjos instrumentais de clássicos da música mundial. Desde o início, consagrou-se pela ocupação dos espaços públicos, levando para as ruas ritmos pouco comuns aos cortejos carnavalescos, como rock, pop, jazz, blues e música balcânica. Agora, o grupo inova mais uma vez lançando sua primeira montagem voltada ao público infanto-juvenil. ‘O magnífico voo do homem pássaro’.   André Ramos, André Fioroti, Daniel Paiva, Hugo Prazeres, Juliano Pires, Leonardo Campos, Lula Mattos, Marcelo Azevedo, Marco Serra Grande, Pedro Araujo, Tiago Rodrigues, Tom Huet, Vicente Quintela Coordenação Geral Michelle Murriêta Direção Ricardo A. Gadelha Supervisão Márcio Libar   18h30 Encerramento do Amor, do premiado autor Pascal Rambert - Julia Lund e Otto Jr. Direção de Luiz Felipe Reis  Duração: 1h30 Classificação Indicativa: 16 anos   “Encerramento do amor”  estreou em 2011, no Festival de Avignon, na França. O embate entre um homem e uma mulher que se separam foi sucesso instantâneo. A peça ganhou em 2012 o Grande Prêmio de Literatura Dramática e o do Sindicato da Crítica da França, foi traduzida para mais de 15 línguas e encenada em diversos países, como Rússia, Croácia e Itália. Ele próprio, que além de dramaturgo é também diretor e coreógrafo, a descreve como uma dança, em que os corpos se movimentam e reagem a palavras ditas em cena: - As palavras agem sobre o corpo como se fossem indicações de movimento: o texto é como uma partitura física. Tudo é dito no texto: levanta a cabeça, se endireita, recua etc. Se os atores seguem aquilo que está escrito, eles podem sentir fisicamente a força da linguagem no corpo, e o público junto com eles. Na montagem carioca, os personagens são vividos pelos atores Julia Lund e Otto Jr.. Eles se tratam pelo nome, como em todas as peças de Rambert.   19h - Lançamento da Coletânea das peças de Hamilton Vaz Pereira    A Cidade das Artes celebra a dramaturgia de Hamilton Vaz Pereira, um dos nomes mais importantes do teatro brasileiro,com o lançamento da coletânea de suas obras. Hamilton Vaz Pereira - Diretor, autor, ator, compositor e diretor musical. Foi líder do Asdrubal trouxe o trombone, grupo carioca que invade a cena com temática, personagens e modo de representar próprios da geração jovem da década de 70. Sua linguagem toma como centro de investigação o cotidiano da equipe de atores e reúne uma série de princípios que definem a produção dos grupos teatrais dos anos 70. O estilo do diretor se mantêm ao longo de sua trajetória de sucesso.   19h - Leila Maria & Trio - Jazz  Duração: 1h20 Classificação Indicativa: Livre   Dona de uma voz marcante, Leila Maria alia sua capacidade de improvisação adquirida com o jazz - do qual é grande fã - ao senso rítmico inato de quem tem suas raízes em Madureira,terra de duas grandes escolas de samba do Rio de Janeiro, Portela e Império Serrano.    Como cantora da banda de Paulo Moura, Leila consolidou seu fraseado tanto ao interpretar os Standards jazzísticos quanto os brasileiros.Incensada pela crítica e elogiada por Ed Motta e Jorge Mautner, Leila dividiu o palco com grandes nomes e novos talentos da música nacional como Luiz Melodia, Orquestra Imperial, Thomás Improta, Alaíde Costa, Philipe Baden Powell e Rodrigo Lampreia.   Com quatro álbuns lançados e colecionando elogios de público e crítica especializada, Leila Maria ganhou com seu último CD - Holiday in Rio, onde interpreta Standards de Jazz tornados famosos por Billie Holiday - o 25º Prêmio da Música Brasileira na categoria CD em Língua Estrangeira.Recentemente, Leila iniciou a gravação de um novo álbum, “TEMPO”, no qual traz suas próprias composições além de inéditas de compositores da nova cena musical carioca. Seu repertório pode abranger os quatro álbuns já lançados ou ter apenas Standards de jazz.   Fazem parte do repertório do show os grandes sucessos internacionais - All of You, As Time Goes By, Blue Moon, Cry Me a River, The Man I Love, I’ve Got You Under My Skin, Summertime dentre outros.   20h - Fernanda Montenegro - "Nelson Rodrigues por ele mesmo" - Leitura dramatizada, a partir do livro de Sônia Rodrigues, seguida de um bate-papo   Adaptação, Pesquisa e Direção: Fernanda Montenegro Direção de Arte: Daniel Pinha Seleção Musical: Fernanda Montenegro e Fábio Santana Direção de Produção: Carmen Mello Direção Técnica: André Omote Produção Executiva: Ricardo Rodrigues Designer Gráfico: Adriana Marinho Co-Produção: Bonarcado Produções Artísticas Produção: Trígonos Produções Culturais   21h - Velha Guarda da Portela    Fundada em 1970 por Paulinho da Viola, a Velha-Guarda da Portela era composta pelos irmãos Aniceto da Portela, Mijinha e Manacéa, e ainda por Alberto Lonato, Ventura, Alvaiade, Francisco Santana, Antônio Rufino dos Reis, Alcides Dias Lopes (mais conhecido por Alcides Malandro Histórico), Armando Santos e Antônio Caetano. Neste mesmo ano de fundação da Velha-Guarda, Paulinho da Viola produziu o primeiro disco do grupo "Portela Passado de Glória".Com o sucesso do disco, o grupo passou a se apresentar em shows, realizando um resgate de antigos sambas e sambistas que de outra forma estariam esquecidos.         Obs. Para os eventos em espaços fechados é obrigatória a retirada de senha 1 hora antes de cada espetáculo.         Sujeitos à lotação.     [+] saiba mais
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