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Evento Encerrado

Medalhas de Ouro do Piano - Vadym Kholodenko

vadym


A série MEDALHAS DE OURO DO PIANO apresenta em 2014, na Cidade das Artes, três extraordinários jovens pianistas vencedores dos concursos internacionais de piano de maior prestígio no mundo.


21 de Setembro – 17 horas

VADYM KHOLODENKO (27 anos) – Pianista vencedor do Concurso Internacional Van Cliburn nos Estados Unidos

 

Programa: Liszt, Debussy e Stravisnky

 

Em 2013, Vadym Kholodenko venceu o 1º Prêmio e o prêmio de “Melhor Intérprete de Música de Câmara” no Concurso Internacional Van Cliburn, nos Estados Unidos. Ele também recebeu o 1º Prêmio no Schubert Piano Competition  (2012, Alemanha) e 1º Prêmio no Sendai Piano Competition (2010, Japão).

 

Kholodenko foi convidado pelo Maestro Valery Gergiev para ser artista em residência do Teatro Mariinsky, onde se apresentou em várias ocasiões. Tocou também sob a direção de Leonard Slatkin, Yuri Bashmet e Vladimir Spivakov na Europa, Estados Unidos e na Ásia. Recentemente, Vadym tocou com a Orquestra da Filadélfia, recebendo a unanimidade do público e da crítica especializada.

Música

Informações Gerais

Datas

21/09

Horários

17:00

Local

Cidade das Artes

Sala

Sala I

Classificação Etária

Livre

Preços

Plateia: R$ 30,00

Em caso de compra de ingresso pelo call center ou pelo site é possível escolher somente o setor que você deseja. O próprio sistema identifica as cadeiras livres no setor escolhido e emite os ingressos referentes aos lugares vagos. Comprando o ingresso diretamente na bilheteria da Cidade das Artes é possível escolher setor e cadeira.

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Arlindo, Anitta e Arnaldo.    Em um compasso de ousadia e afinidade musical, eles se revezam em apresentações individuais, duetos e trio, sempre acompanhados por uma grande banda (percussão, cavaco, violão, teclado, bateria, baixo, guitarra, trompete, sax tenor e flauta), reunida especialmente para a ocasião. O show segue à risca a proposta de Andre Midani, curador e idealizador da série, e veste a camisa do inusitado com um repertório que inclui Chico Buarque, Nelson Cavaquinho, Jorge Aragão, Tribalistas, Sade e muitos outros. Canções eternizadas na voz de grandes intérpretes como “Tô Voltando” (de Paulo César Pinheiro e Maurício Tapajós), “Zé do Caroço” (Dando Gordo), “Juízo Final” (Nelson Cavaquinho),“De Mais Ninguém” (Marisa Monte e Arnaldo Antunes), “Smooth Operator” (Sade Adu e Ray St.John), “Pelas Tabelas” (Chico Buarque), “O Meu Lugar” (Arlindo Cruz e Mauro Diniz) e “Vou Festejar” (Jorge Aragão e Dida).    “Para mim este concerto é emblemático e remete a um Brasil que todos nós, tenho certeza, queremos ver prosperar: a convivência e o casamento lírico, político e social entre o samba, o rock e o funk. 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Acho a ideia da instrumentação do forró clássico com zabumba, triângulo e acordeon interessantíssima e pensava em fazer algo assim”, explica Kassin. A escolha dos parceiros aconteceu naturalmente e Kassin foi buscar na fonte a matéria prima para realizar o seu projeto: “quando participei do DVD do Marcos Valle conversamos muito sobre o forró, sobre o nosso gosto pelo estilo. O Jeneci é um excelente acordeonista. Sempre sonhamos em fazer uma banda pra tocar em festas juninas. O convite do Midani foi uma grande oportunidade para trazer isso à tona”, completa.   “Estou adorando esses dois shows que faremos em torno do baião. Esse é um ritmo que me fascina. Desde criança adoro Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro, e, embora eu seja carioca, minha família veio do Norte. Acho que o baião sempre esteve no meu sangue. Por conta disso compus vários baiões na minha carreira, alguns dos quais vamos incluir neste show”, afirma Marcos Valle.   Marcelo Jeneci, que possui estreita intimidade com o circuito do forró, celebra a oportunidade do encontro: “Que grande ideia essa de montar um show de forró com Marcos Valle e Kassin! Desde que sai do circuito do forró e comecei a lançar meus discos de carreira, mantenho guardada em mim uma vontade muito grande de reacender esse lampião e deixar a sanfona soar ... nessa retomada, nada poderia ser mais especial do que esse convite feito pelos mestres Kassin, Marcos Valle e André Midani. 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Bailarino por excelência durante  20 anos, em 1974  volta-se exclusivamente para a criação de suas coreografias, dando origem aos seus mais reconhecidos clássicos - Esplanade e Arden Court Suas obras são executadas pela Companhia Paul Taylor, Taylor 2 e companhias de ballet e dança contemporânea de todo o mundo. Em 2015 funda a PAUL TAYLOR’S AMERICAN MODERN DANCE para apresentar no Lincoln Center de Nova York, as grandes produções do passado e do presente de outros coreógrafos  e  os trabalhos resultantes de uma nova geração. Ele ganhou muitas honras e prêmios, incluindo um Emmy Award de 1992. Em 1998 a vida  de Taylor é retratada no documentário Dancemaker, premiado pelo Kennedy Center e indicado ao Oscar.  Paul Taylor é ainda  autor da celebrada biografia, Paul Taylor Private Domain. [+] saiba mais 1 Shanghai Symphony Orchestra 31/08 Música Shanghai Symphony Orchestra, direção artística e regente titular, Long Yu  Convidado especial, Maxim Vengerov, um dos maiores violinistas da atualidade   Shanghai Symphony Orchestra é o mais antigo conjunto do gênero da Ásia, com 135 anos de existência, sendo também o mais famoso do continente. Originalmente conhecida como Banda Pública de Shanghai, transformou-se em uma orquestra em 1907 e em 1922 recebeu o nome de Orquestra Sinfônica de Shanghai.   A Orquestra vem empreendendo desde 1970 sucessivas turnês ao exterior e em 1990 fez a sua estreia no Carnegie Hall, de Nova York. Foi a primeira orquestra chinesa se apresentar na Berliner Philharmonie, em 2005, marcando o 125º aniversário do conjunto - um grande sucesso de crítica e público. Em 2010 realizou o seu maior concerto ao ar livre, em comemoração ao  título que recebeu de ‘Embaixador Cultural da World Expo 2010 Shanghai’,atraindo para o Central Park, em NY mais de 100 mil pessoas.   Sobre Maxim Vengerov    Iniciou os seus estudos de violino aos quatro anos de idade e deu o seu primeiro recital um ano depois, interpretando obras de Paganini,Tchaikovski e Schubert. Estudou com Galina Turtschaninova em Novosibirsk e continuou a sua formação em Moscovo, com esta mesma professora, regressando depois à sua cidade natal para trabalhar com Zakhar Bron.   Aos dez anos de idade ganhou o Primeiro Prémio no Concurso Wieniawsky (Polónia) para jovens instrumentistas e em julho de 1990 foi primeiro classificado no Concurso Internacional de Violino Carl Flesch. Desde então, tem sido reconhecido como um dos maiores violinistas de sempre.   Apresentando-se regularmente com os mais prestigiados maestros e orquestras do panorama internacional, Maxim Vengerov realiza recitais em todo o mundo, recolhendo o reconhecimento generalizado da crítica e do público.   Uma outra vertente da atividade de Maxim Vengerov é a orientação de cursos de aperfeiçoamento. A estação televisiva inglesa Channel Four realizou um documentário sobre o intérprete, intitulado “Playing by Heart”, o qual inclui a filmagem de uma destas sessões de aperfeiçoamento.    Em maio de 2000, Maxim Vengerov celebrou um contrato exclusivo com a EMI Classics. Para esta editora gravou um disco com obras de Stravinski, Chtchedrin e Tchaikovski, dirigidas por Rostropovitch.   Tendo gravado para a editora Teldec Classics durante 10 anos, Maxim Vengerov recebeu, em 1996, duas nomeações para os prémios Grammy – nas categorias de Álbum Clássico do Ano e deMelhor Solista Instrumental com Orquestra – pela sua gravação dos primeiros concertos para violino e orquestra de Shostakovitch e Prokofiev. Este álbum recebeu igualmente o prémio de Melhor Gravação do Ano , concedido pela revista Gramophone. Em 1997, Vengerov recebeu o Prémio Edison para a categoria de Melhor Gravação de Concerto, atribuído à sua gravação dos Segundos Concertos de Shostakovitch e Prokofiev   Em 1997, Maxim Vengerov foi nomeado representante da UNICEF na área da música, o que lhe permitiu divulgar a sua arte junto das crianças de todo o mundo e contribuir para a angariação de fundos para programas de apoio.   Maxim Vengerov toca no extraordinário violino Ex-Kreutzer, construído por Antonio Stradivarius em Cremona (c.1723)         [+] saiba mais 1 Signe Asmussen & Erik Kaltoft 12/09 Música A soprano dinamarquesa Signe Asmussen e o pianista Erik Kaltoft    Desde que se formou pela Royal Academy of Music, em Copenhagen, a soprano dinamarquesa, Signe Asmussen é reconhecida pela sua interpretação absolutamente natural, capaz de promover um ambiente intimista em suas apresentações.Trabalhou com maestros e pianistas internacionalmente renomados, como, Thomas Dausgaard, Michel Tabachnik, Franck Ollu, Lan Shui, Lars Ulrik Mortensen, Rodolfo Fischer, Michael Seal, Alexander e Howard Shelley e Peter Hill.   Signe Asmussen é considerada uma das mais notáveis sopranos do país, ganhadora do prestigiado prêmio Aksel Schiotz.   Signe participou de inúmeras produções na Opera Real de Copenhague e na Opera Nacional em Aarhus, no papel de Cherubino em” Le Nozze di Figaro”, Bertha em “il Barbiere de Siviglia”, Valencienne em “The Merry Widow”, Idamante em “Idomeneo”, além de Musette em “La Bohème”, Carmen e Micaëla em “Carmen” e mais recentemente com uma performance extraordinária como Cio-Cio San em “Madama Butterfly”.   Como solista, Signe Asmussen é dona de uma discografia primorosa, resultado do trabalho com gravadoras dinamarquesas.   Dentre eles - DaCapo e Classico, retratando compositores dinamarqueses, tais como, Otto Mortensen (Título: “songs”), Ib Norholm (Título: “Songs of their times”) e o alemão, Carl Maria Von Weber (Título: “Meine Lieder, meine sänge”).   Carl Nielsen    Compositor, maestro e violinista, Nielsen é especialmente admirado por suas seis sinfonias e pelos concertos feitos para violino, flauta e clarinete. O artista, que viveu entre 1865 e 1931, foi o sétimo dos doze filhos de uma família de camponeses pobres, porém, musicalmente talentosos, de Sortelung, sul da Dinamarca. Carl aprendeu violino e piano quando ainda era criança, investindo também em instrumentos de sopro. Mais tarde, estudou violino e teoria musical no Conservatório Musical de Copenhaga, mas nunca teve, formalmente, aulas de composição, área em que mais se destacou musicalmente.  [+] saiba mais 1 Natalie Dessay, soprano & Michel Legrand, piano 18/09 a 19/09 Música Natalie Dessay, soprano  &  Michel Legrand, piano   Natalie Dessay,virtuose da ópera com renome internacional, e Michel Legrand, compositor de algumas das trilhas sonoras mais famosas da história, se apresentam aqui na Cidade das Artes e prometem dois espetáculos inesquecíveis.   Harmonizando voz, piano, baixo e percussão, Michel Legrand e Natalie Dessay revivem trilhas sonoras famosas dos filmes de Hollywood e do cinema francês. O dueto do filme Os guarda-chuvas do amor (Les Parapluies de Cherbourg), a canção Lilac Fairy’s (A fada lilás) do filme Pele de asno (Peau d’ane), e o dueto das irmãs do filme Duas garotas românticas (Les Demoiselles de Rochefort), interpretadas por Natalie Dessay e sua colega, a soprano Patricia Petibon.    A apresentação também inclui composições de Michel Legrand premiadas com Oscar - em 1983 (Yentl, com Barbara Streisand,) e em 1968 (Crown, o Magnífico, com Steve McQueen).  Os convidados especiais reúnem a conhecida harpista Catherine Michel, esposa de Michel Legrand, e o baixo-barítono Laurent Naouri, marido de Natalie Dessay. Juntos, prestam tributo a uma lenda da composição francesa moderna com  uma das estrelas da ópera mais completas e adaptáveis de sua geração na França.   Natalie Dessay descreve sua presença e afinidade no mundo da música popular como “a arte que exige grande refinamento. Uma canção como ‘Saturne’, de Georges Brassens, tem tanto valor para mim como uma ópera de Bellini.  Na ópera, interpretamos e nos deixamos levar. Na canções populares do período romântico alemão, por exemplo, ou nas melodias francesas do mesmo período, temos que ter concentração na voz – temos que aprender a dizer muito com menos energia, especialmente se estivermos usando um microfone”.   Natalie Dessay conheceu Legrand aos seis anos de idade mais ou menos, quando assistiu ao filme dirigido por Jacques Demy – um conto de fadas – A pele de asno.  “Naquela época, jamais imaginaria cantar com ele.... Acho Michel Legrand um gênio, assim como Mozart foi um gênio em seus dias.  Legrand é, também, um virtuose melódico. Ao ouvir duas notas, sabemos que a composição é dele”. [+] saiba mais